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Mural
De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 25/09/15 16:32

O verdadeiro espírita jamais deixará de fazer o bem. Há corações aflitos a aliviar, consolações a dispensar, desesperos a acalmar, reformas morais a operar. Essa é a sua missão.
...
O Espírito é, assim, o árbitro da própria sorte; pode prolongar os seus sofrimentos pelo endurecimento no mal, abrandá-los ou abreviá-los por seus esforços para fazer o bem.
...
O homem de bem não procura elevar-se sobre o seu semelhante, mas sobre si mesmo, aperfeiçoando-se.

ALLAN KARDEC


De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 24/09/15 21:50

Nós construímos o nosso Destino.

Nenhum Espirito se reencarna no mundo terra, para praticar o mal, não existe predestinação para o crime, para o fracasso, para a derrota, para os vícios, para a imoralidade, para a hipocrisia, o mal não é obra do Destino e nem obra de Deus, o mal é obra das nossas imperfeições morais é por isso que devemos combater gradativamente as nossas imperfeições morais, para podermos Evoluir e crescer espiritualmente, ninguém conseguira evoluir enquanto não travar uma LUTA seria contra as suas impurezas morais, cada sujeira moral é uma trava para nossa Evolução.
As impurezas morais ou imperfeições morais não estão na matéria corporal e sim em nosso Espírito que é o ser pensante, portanto, a nossa Luta é espiritual, cada vitoria sobre os maus pensamentos, sobre os maus sentimentos, sobre os vícios, sobre os maus hábitos, é uma LIBERTAÇÃO espiritual e um impulso para nossa Evolução.

Estamos no plano terreno é para VENCER e não ser vencidos pelas nossas imperfeições morais e pelas influencias negativas e degradantes da matéria, nó somos filhos de Deus o Grande Foco de Luz, e o Criador não cria nenhum Espírito para ser fraco, derrotado, mimado, malandro, picareta, viciado, fracassado, não existe fatalidades morais na vida do Espírito, somos nós mesmos que criamos nosso Céu ou inferno, pelo uso do livre arbítrio.

Se nós somos filhos da Grande Luz, nós temos a luz dentro de nós, nós somos Luz, estamos na Luz e vivemos na Luz e buscamos a Luz, portanto, ninguém se reencarna no plano material para viver na escuridão ou para praticar a escuridão.
Cada imperfeição moral que eu procuro Vencer é um impulso para nosso crescimento espiritual, estamos em processo evolutivo e nós somos filhos de Deus, portanto, nós podemos e devemos lutar contra essas imperfeições morais e espirituais.
Wilson Moreno

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 18/09/15 14:41

\"Coloco em primeira instância o consolo que é preciso oferecer aos que sofrem, erguer a coragem dos caídos, arrancar um homem de suas paixões, do desespero, do suicídio, detê-lo talvez no limiar do crime! Não vale mais isso do que os lambris dourados?\"
Allan Kardec (Viagem Espírita de 1862)
..............


“ A fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos com que vençamos os obstáculos nas pequenas e grandes coisas”
Allan kardec
Evangelho Segundo o Espiritismo cap. 19 item 02


\"A caridade e a fraternidade não se decretam em leis. Se urna e outra não estiverem no coração, o egoísmo aí sempre imperará. Cabe ao Espiritismo fazê-las penetrar nele.\"

ALLAN KARDEC, O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 25 (Buscai e Achareis, item 8).



De: Paulo de Tarso Lima
Para: todos
E-mail: ptarso@gmail.com
Data: 13/09/15 13:55

TEMPO MENTAL

Na azáfama da vida moderna o aturdimento domina as criaturas humanas que procuram atender aos muitos compromissos, reais e imaginários, não lhes permitindo espaço mental para as reflexões saudáveis nem para as meditações de urgência indispensáveis a uma existência equilibrada.
A parafernália eletrônica facilitando a comunicação, especialmente na área da futilidade, com as exceções compreensíveis, inquieta os seus serventuários que se lhes transformam em escravos, telefonando para diálogos irrelevantes, enviando SMS/s, curiosamente olhando o FACEBOOK, TWITTER, WHATSAPP e outros mecanismos de mexericos e novidades, entregando-se aos jogos de violência ou consultando os sites que lhes atendem aos específicos tormentos, em nome do falso progresso tecnológico.

Certamente, vivia-se bem sem muitos dos apetrechos modernos, alguns de extravagante significado, mais apresentados como status sociais e econômicos, em razão das suas grifes de luxo e de ilusão, do que pelo valor da utilidade, responsáveis pela estimulação da ansiedade, dos jogos de interesse pessoal, das vaidades e das competições doentias.
A falsa necessidade de se acompanhar ao vivo tudo o que se passa no Planeta, especialmente na área das tragédias e das intrigas entre celebridades, suas doenças, suas paixões, suas ascensões e quedas impulsiona os tipos comuns a viverem atrelados, a todo o momento, aos instrumentos que lhes sacia a sede de frivolidade como forma disfarçada de fuga psicológica da realidade, escondendo os conflitos perversos que os afligem.
O ser humano autodesconhece-se enquanto permanece atento aos acontecimentos exteriores que envolvem outras pessoas, cujas imagens são mecanismos de transferência das próprias aflições e insegurança, tornando-as como ídolos ou modelos, invejados uns, enquanto detestados outros, por parecerem inalcançáveis...
O desfile dos deuses da alta comunicação midiática é contínuo, alguns sendo substituídos por outros mais audaciosos ou mais bem-remunerados que, incapazes de gerenciar os valores e a existência, atiram-se ao desbordamento das paixões servis, porque vivem saturados de bajuladores e de prazeres incessantes que lhes anulam a capacidade emocional de se sentir bem.
Com rapidez vivenciam o triunfo e logo após desaparecem em silêncio sepulcral, sendo trazidos de volta aos holofotes da fama somente quando transformados em fantasmas inditosos, chamando a atenção por escândalos ou acontecimentos desditosos que os multiplicadores de opinião vendem com entusiasmo e comentários chulos, quando não escabrosos...
E certo que proliferam admiráveis expressões de elevação moral e de dignificação humana, nesse contexto, como não poderia ser diferente, no entanto, é a grande massa, aquela que é dirigida habilmente pelo mercado consumidor, que se deixa arrastar pelo fascínio da modernidade com graves prejuízos para a saúde física, emocional e mental.

Os diálogos pessoais, no momento, cedem lugar às comunicações eletrônicas, o prazer da convivência entre os amigos é transferido para as mensagens ligeiras, ortograficamente incorretas e atentatórias à boa linguagem. Diz-se que são os novos tempos e, sem dúvida, trata-se de um novo período no processo sociológico e psicológico da Humanidade, lamentavelmente com resultados bastantes afugentes para os seus áulicos.

A falta de comunhão fraternal, de conversação edificante, de estudos sociais abrangentes com objetivos libertadores caracteriza o crepúsculo desta civilização, em um claro-escuro de sentimentos, enquanto surge nova madrugada anunciando outros valores que estão esquecidos, mas que são de sabor e significado permanente.

Nesta panorâmica, em consequência, não se dispõe de tempo físico e muito menos de natureza mental para as aquisições duradouras, aquelas que elevam os seres humanos às esferas sublimes do pensamento e da realização espiritual.
Mesmo quando surge algum espaço físico, havendo oportunidade de tempo cronológico, não existe o de natureza psíquica, porque a mente se encontra abarrotada de idéias e propostas, compromissos e complexidades futuristas, inquietando as pessoas que não desejam ficar ultrapassadas no contexto do grupo social insaciável em que se encontram situadas.
É necessário, dizem, estar bem informadas, desde os lugares onde a drogadição e os demais vícios são permitidos, aos redutos de luxo ou de miséria para o prazer exaustivo, assim como para tomar conhecimento de todas as ocorrências nas diversas tribos, gangues, clubes elegantes e de alto preço, apesar dos sucessos que ocorrem nos seus interiores e, de quando em quando, se tornam motivos de escândalos na mídia...
O ser humano é constituído de equipamentos eletrônicos muito delicados, cujo manejo exige habilidade e experiência, a fim de não gerar desarmonia no seu funcionamento.
A mente, que se exterioriza através da câmera cerebral, tem necessidade de harmonia, a fim de processar todos os acontecimentos que lhe dizem respeito ou aqueles que têm lugar à sua volta, de maneira a bem administrar a máquina orgânica.
Em razão disso, o pensamento saudável é essencial para uma existência equilibrada, sendo veículo dos recursos que proporcionam bem ou mal-estar, de acordo com a onda vibratória em que se expressa.
O atropelamento das ideias, a falta de amadurecimento psicológico, a ausência da reflexão podem ser comparadas ao fenômeno alimentar, mediante o qual o indivíduo sobrecarrega o estômago na ânsia de comer bem, gerando graves distúrbios digestivos de imediato. O mesmo ocorre nas áreas mental e comportamental.
Impossibilitada a mente de decodificar todos os fatos e informações que chegam ao arquipélago cerebral, apresentam-se a ansiedade, a impaciência, gerando descontrole nas neurocomunicações com resultados perturbadores para o discernimento, a memória, as aspirações iluminativas, a saúde integral...
O ser humano necessita de silêncio mental, de espaço físico para a autoidentificação, para o autodescobrimento.
Esse interregno entre as atividades irá propiciar-lhe melhor discernimento em torno dos objetivos existenciais, facultando-lhe experienciar os prazeres não desgastantes dos sentidos físicos, mas a fruição da alegria íntima de viver e de poder pensar com liberdade e altruísmo.
Quando se age sem pensar, inevitavelmente se é convidado a retroceder nas ações intempestivas, refazendo o caminho conquistado.
O silêncio íntimo, que permite ouvir-se a voz da consciência, é de alta relevância para uma existência feliz, porque permite saber-se o que realmente se deseja produzir e como fazê-lo de maneira excelente.
A azáfama desequilibra, o excesso de ruídos, a multiplicidade de interesses desarmoniza, e o ser humano perde o endereço, o rumo da sua felicidade.
Preserva algum tempo mental para as tuas reflexões, não te deixando seduzir pelas vozes alteradas dos desconsertos emocionais tidos como festivos e promotores da alegria.
Resguarda-te na meditação diária, mesmo que seja por um espaço de tempo reduzido, mas de grande significado para o teu autocontrole, para as tuas decisões e realizações.
Não sobrecarregues as tuas paisagens mentais com as imagens violentas dos desejos infrenes e inferiores, com as imposições sociais e seus fetiches mentirosos, permitindo-te ser livre para pensar e para agir dentro dos padrões felicitadores da boa ética-moral que encontras nos ensinamentos de Jesus, que te aguarda após as refregas humanas...

Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Liberta-te do Mal

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 23/08/15 18:18

NÃO EXISTE PARA NINGUÉM A FATALIDADE DO MAL, QUE SÓ PARECE IRRESISTÍVEL PARA AQUELES QUE NELE SE COMPRAZEM.
Allan Kardec

O mal, os vícios, os crimes não são uma necessidade e nem predestinação, os espiritos se reencarnam no plano terreno é para evoluir moralmente e intelectualmente pela pratica das virtudes.
Quando uma pessoa pratica o mal ou crimes ela faz POR LIVRE VONTADE, ela esta cedendo as suas imperfeições morais e travando a sua evolução espiritual.
Não existe ninguém predestinado ao crime
E não existe ninguém predestinado a ser vitimas de criminosos, senão o mal seria uma necessidade.
Perguntamos
É uma necessidade roubar???
É uma necessidade matar????
É uma necessidade estrupar????
É uma necessidade usar drogas???
É uma necessidade ser um alcoólatra???
É uma necessidade violentar uma criança??
É uma necessidade mentir e enganar????
CLARO QUE NÃO
O mal, os vícios e os crimes são obra da nossa ignorância espiritual e do mal uso do livre arbítrio.


Não existe predestinação para o mal e nem para os crimes, vícios e delitos, vejamos as explicações de Kardec sobre essa importantíssima questão.

861. O homem que comete um assassinato sabe, ao escolher a sua existência, que se tornará assassino?

Não. Sabe apenas que ao escolher uma vida de lutas terá a probabilidade de matar um de seus semelhantes, mas ignora se o fará ou não, porque estará quase sempre nele tomar a deliberação de cometer o crime. ORA, AQUELE QUE DELIBERA SOBRE ALGUMA COISA É SEMPRE LIVRE DE A FAZER OU NÃO.
Se o espírito soubesse com antecedência que, como homem, devia cometer um assassínio, estaria predestinado a isso.

SABEI, ENTÃO, QUE NÃO HÁ NINGUÉM PREDESTINADO AO CRIME E QUE TODO CRIME, COMO TODO E QUALQUER ATO, É SEMPRE O RESULTADO DA VONTADE E DO LIVRE-ARBÍTRIO.

De resto, sempre confundis duas coisas bastante distintas, os acontecimentos materiais da existência e os atos da vida moral. Se há fatalidade, às vezes, é apenas no tocante aos acontecimentos materiais, cuja causa está fora de vós e que são independentes da vossa vontade.

QUANTO AOS ATOS DA VIDA MORAL, EMANAM SEMPRE DO PRÓPRIO HOMEM, QUE TEM SEMPRE, POR CONSEGUINTE, A LIBERDADE DE ESCOLHA: PARA OS SEUS ATOS NÃO EXISTE JAMAIS A FATALIDADE.

Vou realçar essa observação que é importantíssima.

SABEI, ENTÃO, QUE NÃO HÁ NINGUÉM PREDESTINADO AO CRIME E QUE TODO CRIME, COMO TODO E QUALQUER ATO, É SEMPRE O RESULTADO DA VONTADE E DO LIVRE-ARBÍTRIO.

Vejamos agora outras explicações do Mestre Kardec sobre essa questão.

NÃO EXISTE PARA NINGUÉM A FATALIDADE DO MAL, QUE SÓ PARECE IRRESISTÍVEL PARA AQUELES QUE NELE SE COMPRAZEM.

Nossos maus instintos são decorrentes da imperfeição do nosso próprio Espírito, e não da nossa organização física. Se assim não fosse, o homem estaria isento de toda e qualquer responsabilidade. De nós depende a nossa melhoria, pois todo homem que goza da plenitude de suas faculdades tem a liberdade de fazer ou não fazer qualquer coisa. Para fazer o bem, só lhe falta a vontade.

Não existe para ninguém a fatalidade do mal, que só parece irresistível para aqueles que nele se comprazem. Se temos vontade de fazê-lo, também poderemos ter a de fazer o bem. E é por isso, oh! Senhor, que solicitamos a vossa assistência e a dos Bons Espíritos, para resistirmos à tentação.

Mas nós somos, nós mesmos, Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e nos melhorarmos. A causa do mal está em nós próprios, e os maus Espíritos apenas se aproveitam de nossas tendências viciosas, nas quais nos entretêm, para nos tentarem.

Cada imperfeição é uma porta aberta às suas influências, enquanto eles são impotentes e renunciam a qualquer tentativa contra os seres perfeitos. Tudo o que possamos fazer para afastá-los será inútil, se não lhes opusermos uma vontade inquebrantável na prática do bem, com absoluta renúncia ao mal. É, pois, contra nós mesmos que devemos dirigir os nossos esforços, e então os maus Espíritos se afastarão naturalmente, porque o mal é o que os atrai, enquanto o bem os repele.

Senhor, amparai-nos em nossa fraqueza, inspirai-nos, pela voz dos nossos anjos guardiães e dos Bons Espíritos, a vontade de corrigirmos a nossas imperfeições, a fim de fecharmos a nossa alma ao acesso dos Espíritos impuros.

O MAL NÃO É, PORTANTO, VOSSA OBRA, SENHOR, PORQUE A FONTE DE TODO O BEM NÃO PODE ENGENDRAR NENHUM MAL. SOMOS NÓS MESMOS QUE O CRIAMOS, AO INFRINGIR AS VOSSAS LEIS, E PELO MAU USO QUE FAZEMOS DA LIBERDADE QUE NOS CONCEDESTES. QUANDO OS HOMENS OBSERVAREM AS VOSSAS LEIS, O MAL DESAPARECERÁ DA TERRA, COMO JÁ DESAPARECEU DOS MUNDOS MAIS ADIANTADOS.

Allan Kardec

Wilson Moreno

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 18/08/15 12:36

\"A base da Caridade é a Fé raciocinada.\" Allan Kardec

De: Manoel
Para: Todos
E-mail: mmonteiro@gmail.com
Data: 12/08/15 17:03

“O verdadeiro espírita jamais deixará de fazer o bem. Há corações aflitos a aliviar, consolações a dispensar, desesperos a acalmar, reformas morais a operar. Essa é a sua missão!



ALLAN KARDEC



O Livro dos Médiuns, 1ª parte, cap. III, item 30



Reflexões do Codificador do Espiritismo ( Diz-se codificador pois o seu trabalho foi o de reunir, compilar e sistematizar textos recebidos por diversos médiuns da época).

O Espírito é, assim, o árbitro da própria sorte; pode prolongar os seus sofrimentos pelo endurecimento no mal, abrandá-los ou abreviá-los por seus esforços para fazer o bem.

Allan Kardec. Livro: O Céu e o Inferno


A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação.

ALLAN KARDEC - livro O Céu e o Inferno
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Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as consequências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método também só era aplicável à matéria, ao passo que o é também às coisas metafísicas.

ALLAN KARDEC - livro A Gênese

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 12/08/15 17:01

LIVRES, MAS RESPONSÁVEIS

A quem nos pergunte se a criatura humana é livre, responderemos afirmativamente.
Acrescentemos, porém, que o homem é livre, mas responsáveis, e pode realizar o que deseje, mas estará ligado inevitavelmente ao fruto de suas próprias ações.
Para esclarecer o assunto, tanto quanto possível, examinemos, em resumo, alguns dos setores de sementeira e colheita ou, melhor, de livre-arbítrio e destino em que o espírito encarnado transita no mundo.
POSSE - O homem é livre para reter quaisquer posses que as legislações terrestres lhe facultem, de acordo com a sua diligência na ação ou seu direito transitório, e será considerado mordomo respeitável pelas forças superiores da vida se as utiliza a benefício de todos, mas, se abusa delas, criando a penúria dos semelhantes, de modo a favorecer os próprios excessos, encontrará nas consequências disso a fieira das provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz da abnegação.
NEGÓCIO - O homem é livre para efetuar as transações que lhe apraza e granjeará o título de benfeitor, se procura comerciar com real proveito de clientela que lhe é própria, mas, se arrasa a economia dos outros com o fim de auferir lucros desnecessários, com prejuízo evidente do próximo, encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz da retidão.
ESTUDO - O homem é livre para ler e escrever, ensinar ou estudar tudo o que quiser e conquistará a posição de sábio se mobiliza os recursos culturais em auxílio daqueles que lhe partilham a romagem terrestre; mas, se coloca os valores da inteligência em apoio do mal, deteriorando a existência dos companheiros da Humanidade com o objetivo de acentuar o próprio orgulho, encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do discernimento.
TRABALHO - O homem é livre para abraçar as tarefas a que se afeiçoe e será honorificado por seareiro do progresso se contribui na construção da felicidade geral; mas se malversa o dom de empreender e agir, esposando atividades perturbadoras e infelizes para gratificar os seus interesses menos dignos, encontrará nas conseqüências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do serviço aos semelhantes.
SEXO - O homem é livre para dar às suas energias e impulsos sexuais a direção que prefira e será estimado por veículo de bençãos quando os emprega na proteção sadia do lar, na formação da família, seja na paternidade ou na maternidade com o dever cumprido, ou, ainda, na s ustentação das obras de arte e cultura, benemerência e elevação do espírito; mas, se para lisonjear os próprios sentidos transforma os recursos genésicos em dor e desequilíbrio, angústia ou desesperação para os semelhantes, pela injúria aos sentimentos alheios ou pela deslealdade e desrespeito nos compromissos e ajustes afetivos, depois de havê-los proposto ou aceitado, encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do amor puro.
O homem é livre até mesmo para receber ou recusar a existência, mas recolherá invariavelmente os bens ou os males que decorram de sua atitude, perante as concessões da Bondade Divina.
Todos somos livres para desejar, escolher, fazer e obter, mas todos somos também constrangidos a entrar nos resultados de nossas próprias obras.
Cabe à Doutrina Espírita explicar que os princípios da Justiça Eterna, em todo o Universo, não funcionam simplesmente à base de paraísos e infernos, castigos e privilégios de ordem exterior, mas, acima de tudo, através do instituto da reencarnação, em nós, conosco, junto de nós e por nós.
Foi por isso que Jesus, compreendendo que não existe direito sem obrigação e nem equilíbrio sem consciência tranquila, nos afirmou claramente: \"Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres.

Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Encontro Marcado
..........

ENTES AMADOS

Referimo-nos aos entes amados como sendo tesouros do coração. Erigem-se na existência, por bênçãos de Deus que nos enriquecem de tranqüilidade e reconforto. São eles pais ou filhos, parentes ou companheiros, irmãos ou amigos que nos entretecem a alegria de viver com o doce magnetismo da afinidade. Para eles voam os nossos melhores pensamentos de carinho e previdência, tolerância e compreensão. Às vezes, supomos encontrar neles as mais nobres criaturas da Terra e, no afã de testemunhar-lhes a confiança e ternura, proclamamos o intento de subtraí-los às dificuldades educativas do mundo, sob o pretexto de livrá-los de sofrimento e tentação. Decerto, semelhante empresa é atenciosamente seguida na Vida Maior pelos instrutores devotados que nos patrocinam a inspiração e a segurança.
A preocupação de prover as necessidades daqueles que estimamos não é tão-somente legítima, é indispensável. E tudo o que pudermos ofertar-lhes em abnegação redundará em sementeira de luz e amor a frutescer, um dia, em amparo e felicidade para nós mesmos.
Habitualmente, contudo, um problema aparece na lavoura afetiva a que nos consagramos: - tranca-se-nos o afeto, em torno das pessoas que a vida nos confiou à dedicação e eis que elas, a pouco e pouco, se transformam em prisioneiras de nossas exigências, sem que venhamos a perceber.
Quando isso acontece, passamos instintivamente a entravar-lhes o passo e a influenciar-lhes, em demasia, o modo de ser. Daí nascem dificuldades e conflitos que é imprescindível saber evitar.
Cada um de nós traz consigo realizações inacabadas, objetivos por atingir, tarefas ou débitos diferentes que, na maioria das ocasiões, não nos permitem a comunhão imediata uns com os outros.
À vista disso, os que desejamos tanto a felicidade das criaturas que se nos fazem extremamente queridas, saibamos respeitar-lhes a independência – o dom da independência que a Lei Divina a todos nos conferiu.
Auxiliemos nosso entes amados a serem eles próprios, com as faculdades que lhes singularizam a alma. Devotemo-nos à construção da felicidade deles, com os mais entranhados sentimentos do coração, mesmo porque as Revelações Divinas nos conclamam incessantemente a amar-nos com entendimento recíproco, mas peçamos a Deus nos ajude a reconhecer-lhes a liberdade, a fim de que escolham os caminhos e experiências que lhes pareçam mais justos à jornada de progresso e elevação, sem que haja cativeiro na vida, nem para eles nem para nós.
Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Encontro Marcado

De: Lucas
Para: todos
E-mail: lucassouzo@ig.com.br
Data: 09/08/15 09:05

Sê, portanto, aquele que acende a chama luminosa na mente e no sentimento, avançando em direçaM1;o dAquele que é a máxima representaçaM1;o da Vida na Terra.


Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Liberta-te do Mal

De: João
Para: Todos
E-mail: joaolima@gmail.com
Data: 06/08/15 17:12

Humildade não é omitir-nos e sim conservar-nos no lugar de trabalho em que fomos situados pela Sabedoria Divina, cumprindo os nossos deveres, sem criar problemas, e oferecendo à construção do bem de todos o melhor concurso de que sejamos capazes.

Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Encontro Marcado

De: Shirley Silva
Para: Revista Espirita
E-mail: poemadivino@hotmail.com
Data: 02/08/15 22:21

Obrigado meu Deus!

De: Shirley Silva
Para: Revista Espirita
E-mail: poemadivino@hotmail.com
Data: 02/08/15 22:19

Grande Kardec!

 
 
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