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Mural
De: Grazi
Para: Todos!
E-mail: graziportoliveira@hotmail.com
Data: 11/12/14 22:30

Alguém poderia me ajudar? Vou simplificar... Não entendo quase nada sobre o espiritismo, mas ultimamente estou estudando, buscando a conhecer melhor, desde pequena sinto presença de algo diferente, escuto, vejo,entre outras coisas mas nunca busquei entender isso, até pensava que era louca! Meu namorado faleceu a 3 semanas atrás, e, tenho a sensação de que ele ainda está perto de mim, cheguei a sentir o toque dele, a ouvir a voz.. Gostaria de saber, se isso é coisa do meu inconsciente! Realmente estou confusa, porque me sinto bem sentido isso, é alg que conforta meu coração..

De: Victor Hugo
Para: PRISCILA LOPEZ
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 09/12/14 08:01

Querida irmã, bom dia! Que cada segundo seu seja repleto de luz, harmonia, saúde, paz e infinita alegria.
Persevere em sua Fé e seja feliz! Lamento muito a situação externada....sinto muito mesmo, mas siga adiante com sua convicção, sempre evoluindo e promovendo a sociedade. Muitos passaram por isso, seja na época de Jesus, seja nos dias atuais....sabe o espírito Joanna de Ângelis? Na época de Jesus ela foi Joana de Cusa, e viveu isso na pele, pois, o marido não aceitava sequer que ela mencionasse o nome de Jesus. E ela desencarnou amarrada em um poste com o filho, contexto em que os romanos os incendiaram.....tudo porque ela pregava as palavras do Mestre incomparável.

Então, você está experimentando um momento de testemunho....siga adiante, não ceda nunca, faça a sua parte. Vá à Casa Espírita, estude no lar e faça o evangelho no lar - nunca estará sozinha....nunca!

Quanto aos seus familiares, bom ânimo! Deixe-os seguir o caminho deles, mas siga o seu com otimismo, serenidade e perseverança.
Disse Jesus: \"vem comigo, eu venci o mundo\".

Forte abraço

Fique com DEUS

Na tua tarefa, lembra-te do Cristo e segue adiante com o teu esforço sincero. Não te perturbem as desconfianças, a calúnia e a má-fé, atento a que Jesus venceu galhardamente tudo isso. Emmanuel (espírito), psicografia de Francisco Cândido Xavier

Ainda que o discípulo guarde os pés encarcerados no lodo da Terra, o trabalho infatigável no bem no lugar em que se encontra, é o traço indiscutível de sua elevação. Conheceremos as árvores pelos frutos e identificaremos o operário dos Céus pelos serviços em que se exprime.

Neio Lúcio (espírito), psicografia de Chico Xavier. Livro: Jesus no Lar

De: binho
Para: priscila
E-mail: binhovssilva@hotmail.com
Data: 08/12/14 14:46

Infelizmente priscila, isso e muito comum. Mas nao desanime de estudar por si so. Eles podem nao concordar com suas ideias, mas devem respeitar suas conviccoes. Ore por eles, porque uma hora a verdade chega pra todos. Mas nao deixe que isso te desanime. Devemos todos respeitar a crenca dos outros, imagina quantos caminhos nao existem para chegar a Deus?! Tenha paciencia e tolerancia com eles pois se nao sabem respeitar a crenca alheia,eles precisam ser internados na clinica da oracao.

De: Priscila Lopez
Para: Todos- site "O Espiritismo"
E-mail: priscilasuman@gmail.com
Data: 08/12/14 13:38

Caros irmãos,
O que fazer quando, dentro do nosso lar, nossos entes queridos não respeitam a Doutrina Espírita sem conhecê-la e nenhuma disposição a fazê-lo?

De: jaine
Para: Amizade e Família
E-mail: jaine22@bol.com.br
Data: 08/12/14 10:05

Senhor o Criador de todo o universo e meus bons espíritos mandem muita oração para mim,minhas irmãs principalmente a Vera que Jesus Cristo a proteja e ilumine nessa etapa que está por vir,dê força e humildade para que tudo se faça perfeito e com muito amor de nós para ela e ela para nós,ilumine seus caminhos e de todas nós,cunhados e sobrinhos.sobrinhas e amigos de verdade. Que os bons espíritos estejam sempre conosco, agradeço por nos olhar e pela nova etapa de nossas vida,luz para os desencarnados e encarnados e que tenhamos muita amizade daqui para frente que o bem esteja a frente sempre

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 07/12/14 22:53

Sê sábio, investindo no futuro.
O que ora te acontece, resulta
do passado que não podes remediar.
Mas, aquilo que irá suceder, depende
do que realizes a partir de
hoje.
Enquanto recolhes efeitos de
ações passadas, estás atuando
para consequências futuras.
Conforme semeares, assim colherás.
A tua fatalidade é o bem. Como
atingi-lo, será opção tua, mediante
ação rápida ou retardada e
contra-marchas.
Ninguém está fadado ao sofrimento.
Este é o resultado da escolha
errada.
Investe no amanhã e serás feliz
desde hoje.


Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz


De: Wilson
Para: Os Estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 06/12/14 16:32

Os espíritos desencarnados e sua identificação.

Uma idéia quase geral, entre os que não conhe¬cem o Espiritismo, é a de crer que os Espíritos, pelo simples fato de estarem desprendidos da matéria, devem saber tudo, estar de posse da sabedoria suprema. É um grave erro.
Não sendo mais que as almas dos homens, os Espí¬ritos não adquirem a perfeição logo que deixam o envol¬tório terrenal. Seu progresso só se faz com o tempo, e não é senão paulatinamente que se despojam das suas imperfeições, que conquistam os conhecimentos que lhes faltam.
Seria tão ilógico admitir-se que o Espírito de um selvagem ou de um criminoso se torne de repente sábio e virtuoso, como seria contrário à justiça de Deus supor que ele continue perpetuamente em inferioridade. Como há homens de todos os graus de saber e ignorância, de bondade e malvadez, dá-se o mesmo com os Espíritos. Alguns destes são apenas frívolos e travessos; outros são mentirosos, fraudulentos, hipócritas, maus e vingativos; outros, pelo contrário, possuem as mais sublimes virtudes e o saber em grau desconhecido na Terra.
Essa diversidade nas qualidades dos Espíritos é um dos pontos mais importantes a considerar, por explicar a natureza boa ou má das comunicações que se recebem; é em distingui-las que devemos empregar todo o nosso cuidado. (O Livro dos Espíritos, nº 100, Escala Espírita — O Livro dos Médiuns, cap. XXIV.)

As comunicações que recebemos dos Espíritos podem ser boas ou más, justas ou falsas, profundas ou frívolas, consoante a natureza dos que se manifestam. Os que dão provas de sabedoria e erudição, são Espíritos adiantados no caminho do progresso; os que se mostram ignorantes e maus, são os ainda atrasados, mas que com o tempo hão de progredir.
Os Espíritos só podem responder sobre aquilo que sabem, segundo o seu estado de adiantamento, e ainda dentro dos limites do que lhes é permitido dizer-nos, porque há coisas que eles não devem revelar, por não ser ainda dado ao homem tudo conhecer.
Da diversidade de qualidades e aptidões dos Espíritos, resulta que não basta dirigirmo-nos a um Es¬pírito qualquer para obtermos uma resposta segura a qualquer questão; porque, acerca de muitas coisas, ele não nos pode dar mais que a sua opinião pessoal, a qual pode ser justa ou errônea. Se ele é prudente, não dei¬xará de confessar sua ignorância sobre o que não co¬nhece; se é frívolo ou mentiroso, responderá de qualquer forma, sem se importar com a verdade; se é orgulhoso, apresentará suas idéias como verdades absolutas.
É por isso que S. João, o Evangelista, diz:
Não creais em todos os Espíritos, mas examinai se eles são de Deus.”
A experiência demonstra a sabedoria desse conselho. Há imprudência e leviandade em aceitar sem exame tudo o que vem dos Espíritos. É de necessidade que bem conheçamos o caráter daqueles que estão em relação conosco. (O Livro dos Médiuns, nº 267.)

Reconhece-se a qualidade dos Espíritos por sua linguagem; a dos Espíritos verdadeiramente bons e su¬periores é sempre digna, nobre, lógica e isenta de con-tradições; nela se respira a sabedoria, a benevolência, a modéstia e a mais pura moral; ela é concisa e despida de redundâncias. Na dos Espíritos inferiores, ignorantes ou orgulhosos, o vácuo das idéias é quase sempre preen¬chido pela abundância de palavras.
Todo pensamento evidentemente falso, toda máxima contrária à sã moral, todo conselho ridículo, toda expres¬são grosseira, trivial ou simplesmente frívola, enfim, toda manifestação de malevolência, de presunção ou arrogân¬cia, são sinais incontestáveis da inferioridade dos Es¬píritos.
Os Espíritos inferiores são, mais ou menos, ignorantes; seu horizonte moral é limitado, perspicácia restrita; eles não têm das coisas senão uma idéia muitas vezes falsa e incompleta, e, além disso, conservam-se ainda sob o império dos prejuízos terrestres, que eles tomam, às vezes, por verdades; por isso, são incapazes de resolver certas questões. E podem induzir-nos em erro, voluntária ou involuntariamente, sobre aquilo que nem eles mesmos compreendem.

Um dos caracteres distintivos dos maus Espí¬ritos é a imposição; eles dão ordens e querem ser obede¬cidos; os bons nunca se impõem; dão conselhos, e, se não são atendidos, retiram-se. Resulta daí que a impressão que em nós produzem os maus Espíritos é sempre penosa, fatigante e muitas vezes desagradável; ela provoca uma agitação febril, movimentos bruscos e desordenados; a dos bons, pelo contrário, é calma, branda e agradável.

As contradições que freqüentemente se notam, na linguagem dos Espíritos, não podem causar admira¬ção senão àqueles que só possuem da ciência espírita um conhecimento incompleto, pois são a conseqüência da natureza mesma dos Espíritos, que, como já dissemos, não sabem as coisas senão na razão do seu adiantamento, sendo que muitos podem saber menos que certos homens.
Sobre grande número de pontos, eles não emitem mais que a sua opinião pessoal, que pode ser mais ou menos acertada, e conservar ainda um reflexo dos pre¬juízos terrestres de que se não despojaram; outros forjam sistemas seus, sobre aquilo que ainda não conhecem, par¬ticularmente no que diz respeito a questões científicas e à origem das coisas. Nada, pois, há de surpreendente, em que nem sempre estejam de acordo.
Espantam-se de encontrarem comunicações con¬traditórias assinadas por um mesmo nome. Somente os Espíritos inferiores mudam de linguagem com as cir¬cunstâncias, mas os Espíritos superiores nunca se con¬tradizem.
Por pouco que se esteja iniciado nos mistérios do mundo espiritual, sabe-se com que facilidade certos Espí¬ritos adotam nomes diferentes, para dar mais peso às suas palavras; disso com segurança se pode inferir que se duas comunicações, radicalmente contraditórias no fundo, trazem o mesmo nome respeitável, uma delas é necessariamente apócrifa.

DOIS MEIOS PODEM SERVIR PARA FIXAR AS IDÉIAS SOBRE AS QUESTÕES DUVIDOSAS: O PRIMEIRO, É SUBMETER TODAS AS COMUNICAÇÕES AO EXAME SEVERO DA RAZÃO, DO BOM-SENSO E DA LÓGICA; É UMA RECOMENDAÇÃO QUE FAZEM TODOS OS BONS ESPÍRITOS; ABSTÊM-SE DE FAZÊ-LA OS MAUS, POIS SABEM NÃO TER SENÃO A PERDER COM ESSE EXAME SÉRIO, PELO QUE EVITAM DISCUSSÃO E QUEREM SER CRIDOS SOB PALAVRA. O se¬gundo critério da verdade está na concordância do ensino. Quando o mesmo princípio é ensinado em muitos pontos por diferentes Espíritos e médiuns estranhos uns aos outros e isentos de idênticas influências, pode-se concluir que ele está mais próximo da verdade do que aquele que emana de uma só fonte e é contradito pela maioria. (O Livro dos Médiuns, cap. XXVII; Contradições e mistificações. — Revue Spirite, abril 1864, pág. 99: Autorité de la doctrine spirite. — O Evangelho segundo o Espiritismo — “Introdução”.)


A categoria do Espírito se reconhece por sua linguagem: os verdadeiramente bons e superiores têm-na sempre digna, nobre, lógica, imune de
qualquer contradição; ressumbra sabedoria, modéstia, benevolência e a mais pura moral.
Além disso é concisa, clara, sem redundâncias inúteis. Os Espíritos inferiores, ignorantes ou orgulhosos, é que suprem a vacuidade das idéias com abundância de frases. Todo pensamento implicitamente falso, toda máxima contrária à sã moral, todo conselho ridículo, toda expressão grosseira, trivial ou simplesmente frívola, qualquer sinal de malevolência, de presunção ou de arrogância, são indícios incontestáveis da inferioridade de um Espírito.
Os Espíritos superiores só se ocupam de comunicações inteligentes, visando instruir-nos.
As manifestações físicas ou puramente materiais competem mais comumente aos Espíritos inferiores, vulgarmente designados por Espíritos batedores, pela mesma razão por que entre nós os torneios de força e agilidade são próprios de saltimbancos e não de sábios. Absurdo seria supor que um Espírito, por pouco elevado que sela, goste do alarde e do reclamo.

Submetendo-se todas as comunicações a rigoroso exame, sondando e analisando suas idéias e expressões, como se faz ao julgar uma obra literária – e rejeitando sem hesitação tudo o que for contrário à lógica e ao bom senso, tudo o que desmente o caráter do Espírito que se pensa estar manifestando, — consegue-se desencorajar os Espíritos mistificadores que acabam por se afastar, desde que se convençam de que não podem nos enganar.
Repetimos que este é o único meio, mas é infalível porque NÃO EXISTE COMUNICAÇÃO MÁ QUE RESISTA A UMA CRÍTICA RIGOROSA. Os Espíritos bons jamais se ofendem, pois eles mesmos nos aconselham a proceder assim e nada têm a temer do exame. Somente os maus se melindram e procuram dissuadir-nos, porque têm tudo a perder. E por essa mesma atitude provam o que são.

Eis o conselho dado por São Luís a respeito:
“POR MAIS LEGÍTIMA CONFIANÇA QUE VOS INSPIREM OS ESPÍRITOS DIRIGENTES DE VOSSOS TRABALHOS, HÁ UMA RECOMENDAÇÃO QUE NUNCA SERIA DEMAIS REPETIR E QUE DEVEIS TER SEMPRE EM MENTE AOS VOS ENTREGAR AOS ESTUDOS: A DE PENSAR E ANALISAR, SUBMETENDO AO MAIS RIGOROSO CONTROLE DA RAZÃO TODAS AS COMUNICAÇÕES QUE RECEBERDES; A DE NÃO NEGLIGENCIAR, DESDE QUE ALGO VOS PAREÇA SUSPEITO, DUVIDOSO OU OBSCURO, DE PEDIR AS EXPLICAÇÕES NECESSÁRIAS PARA FORMAR A VOSSA OPINIÃO”.

Não há outro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não pode provir de Espíritos superiores.
Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as suas ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles inspiram e os conselhos que dão.
Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.
A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem de sua posição entre os demais. A linguagem dos Espíritos inferiores ou vulgares é sempre algum reflexo das paixões humanas. Toda expressão que revele baixeza, auto-suficiência, arrogância, fanfarronice, mordacidade é sinal característico de inferioridade. E de mistificação, se o Espírito se apresenta com um nome respeitável e venerado.
Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto formal e a correção do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. TODA FALTA DE LÓGICA, DE RAZÃO E DE PRUDÊNCIA NÃO PODE DEIXAR DÚVIDA QUANTO À SUA ORIGEM, QUALQUER QUE SEJA O NOME DE QUE O ESPÍRITO SE ENFEITE.
Os Espíritos bons só dizem o que sabem, calando-se ou confessando a sua ignorância sobre o que não sabem. Os maus falam de tudo com segurança, sem se importar coma verdade. Toda heresia científica notória, todo princípio que choque o bom senso revela a fraude, se o Espírito se apresenta como esclarecido.


Como afastar os espíritos levianos, embusteiros e mistificadores do mundo espiritual???


Revista Espirita ANO 2 - FEVEREIRO 1859 - Nº. 2


SE NÃO QUISERMOS SER VÍTIMAS DE ESPÍRITOS LEVIANOS, É NECESSÁRIO JULGÁ-LOS, E PARA ISSO TEMOS UM CRITÉRIO INFALÍVEL: O BOM SENSO E A RAZÃO. Sabemos que as qualidades de linguagem, que caracterizam entre nós os homens realmente bons e superiores, são as mesmas para os Espíritos. Devemos julgá-los por sua linguagem. Nunca seria demais repetir o que a caracteriza nos Espíritos elevados: é constantemente digna, nobre, sem basófia nem contradição, isenta de trivialidades, marcada por um cunho de inalterável benevolência. Os bons Espíritos aconselham; não ordenam; não se impõem; calam-se naquilo que ignoram. Os Espíritos levianos falam com a mesma segurança do que sabem e do que não sabem; a tudo respondem sem se preocuparem com a verdade. Em mensagem supostamente séria, vimo-los, com imperturbável audácia, colocar César no tempo de Alexandre; outros afirmavam que não é a Terra que gira em redor do Sol. Resumindo: toda expressão grosseira ou apenas inconveniente, toda marca de orgulho e de presunção, toda máxima contrária à sã moral, toda notória heresia científica é, nos Espíritos como nos homens, inconteste sinal de natureza má, de ignorância ou, pelo menos, de leviandade.

De onde se segue que é necessário pesar tudo quanto eles dizem, passando-o pelo crivo da lógica e do bom senso. Eis uma recomendação feita incessantemente pelos bons Espíritos. Dizem eles: Deus não vos deu o raciocínio sem propósito. Servi-vos dele a fim de saber o que estais fazendo. “Os maus Espíritos temem o exame. Dizem eles: Aceitai nossas palavras e não as julgueis”. Se tivessem a consciência de estar com a verdade, não temeriam a luz.

O hábito de perscrutar as menores palavras dos Espíritos, de lhes pesar o valor – do ponto de vista do conteúdo e não da forma gramatical, com que pouco se preocupam eles – naturalmente afasta os Espíritos mal intencionados, que não viriam então inutilmente perder o tempo, de vez que rejeitamos tudo quanto é mau ou tem origem suspeita. Mas quando aceitamos cegamente tudo quanto dizem, quando, por assim dizer, nos ajoelhamos ante sua pretensa sabedoria, eles fazem o que fariam os homens, eles abusam de nós.

Se o médium for senhor de si, se não se deixar dominar por um entusiasmo irrefletido, poderá fazer o que aconselhamos. Mas acontece freqüentemente que o Espírito o subjuga a ponto de o fascinar, levando-o a considerar admiráveis as coisas mais ridículas; então ele se entrega cada vez mais a essa perniciosa confiança e, estribado em suas boas intenções e em seus bons sentimentos, julga isto suficiente para afastar os maus Espíritos. Não, isso não basta: esses Espíritos ficam satisfeitos por fazê-lo cair na cilada, para o que aproveitam sua fraqueza e sua credulidade. Que fazer, então? Expor tudo a uma terceira pessoa desinteressada, para que esta, julgando com calma e sem prevenção, possa ver um argueiro onde o médium não via uma trave.


Todas essas observações são de Allan Kardec e estão em suas obras, mais os espíritas preferem estudar livros mediúnicos mistificadores, estudem Kardec, cuidado com essas obras mediúnicas cheias de misticismo religioso, catolicista e crendices, existe muitos espíritos mistificadores que são espertos, maliciosos sabem envolver as pessoas em assuntos melosos e falsos, cuidado com os livros de Chico Xavier tem muita fantasia e misticismo em suas obras, Emmanuel e Andre Luiz estão sempre em contradição com as obras da codificação espírita.

Wilson Moreno.

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 04/12/14 11:52

REI SOLAR

Jesus é o Roteiro de segurança, único, aliás, que se pode seguir sem vacilações.
Toda a Sua vida, Seus exemplos, Seus testemunhos de amor demonstram-Lhe a grandeza de excelente Filho de Deus, que nos veio ensinar a viver em alegria, construindo a felicidade mediante o dever retamente cumprido e a vivência do amor sem jaça.
A Sua voz alcança a acústica de todos os corações que se detenham a ouvi-lo.
Voz alguma que se lhe equipare!
Não te permitas contagiar pela fulguração ostensiva das festas mundanas, que não têm nenhum compromisso com a Sua vida.
Procura evocá-lo, recordando-te de Suas lições incomparáveis de beleza e de sabedoria, enriquecendo-te os sentimentos que se transformarão em sublime musicalidade de ação em hinos de amor e de caridade, conforme Ele os viveu.
Diminui a balbúrdia e a ansiedade que tomam conta das criaturas nos dias que precedem à evocação do Seu berço humilde na gruta de Belém, vivenciando a paz e a alegria de conhecê-lo, de poderes levá-lo às demais pessoas que não compreendem o Seu ministério.
Celebra o Seu Natal com paz no coração e programação de bondade na tua atividade.
Aproveita as doces vibrações que dominam a Terra e faze-te súdito dedicado do Rei Solar, cooperando com Ele na instalação definitiva da era de paz e de fraternidade pela qual todos anelam.

Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco.

Livro: Liberta-te do Mal

De: Victor Hugo
Para: Rosa Gregorio
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 03/12/14 09:04

Cara irmã, bom dia! Que cada segundo seu seja lindo, repleto de luz, harmonia, saúde, paz, trabalho e infinita alegria.

Não há razão para agradecer!

Sou apenas seu irmão que se dedica - a cada segundo - a divulgar o Espiritismo consolando corações e iluminando consciências.

Fortíssimo abraço

Fique com DEUS

Coloco em primeira instância o consolo que é preciso oferecer aos que sofrem, erguer a coragem dos caídos, arrancar um homem de suas paixões, do desespero, do suicídio, detê-lo talvez no limiar do crime! Não vale mais isso do que os lambris dourados?

Allan Kardec

De: rosa gregorio
Para: vitor hugo
E-mail: rosagregorio@live.com
Data: 30/11/14 01:01

muito obrigado por responder fiquei feliz por me responder e esclarecer algumas coisas vc ¨¦ meu espirito de luz? pois quando preciso de algo sempre ¨¦ vc que me retorna se for to feliz meu amigo meu irmão que a paz de cristo esteja conosco Que assim seja!

De: Manoel Monteiro
Para: Todos
E-mail: mmonteiro@gmail.com
Data: 29/11/14 12:57

“O verdadeiro espírita jamais deixará de fazer o bem. Há corações aflitos a aliviar, consolações a dispensar, desesperos a acalmar, reformas morais a operar. Essa é a sua missão!



ALLAN KARDEC



O Livro dos Médiuns, 1ª parte, cap. III, item 30


Reflexões do Codificador do Espiritismo ( Diz-se codificador pois o seu trabalho foi o de reunir, compilar e sistematizar textos recebidos por diversos médiuns da época).


A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação.

ALLAN KARDEC - livro O Céu e o Inferno
....................................................

Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as consequências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método também só era aplicável à matéria, ao passo que o é também às coisas metafísicas.

ALLAN KARDEC - livro A Gênese
.......................................................

(…) o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas e mundanas, sobre as quais o orgulho fundou castas e os estúpidos preconceitos de cor. O Espiritismo, alargando o círculo da família pela pluralidade das existências, estabelece entre os homens uma fraternidade mais racional do que aquela que não tem por base senão os frágeis laços da matéria, porque esses laços são perecíveis, ao passo que os do Espírito são eternos. Esses laços, uma vez bem compreendidos, influirão pela força das coisas, sobre as relações sociais, e mais tarde sobre a Legislação social, que tomará por base as leis imutáveis do amor e da caridade; então ver-se-á desaparecerem essa anomalias que chocam os homens de bom senso, como as leis da Idade Média chocam os homens de hoje…

ALLAN KARDEC - Revista Espírita 1861

\"Não esqueças que podes triunfar, como podes falir. Neste último caso, outro te substituiria, porquanto os desígnios de Deus não assentam na cabeça de um homem\".

ALLAN KARDEC. Obras Póstumas


De: Wilson
Para: Os Estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 27/11/14 13:36

As Mistificações como evitar.

O Mestre Allan Kardec fala sobre as Mistificações e a Identidade dos Espíritos desencarnados.
Vejamos as suas Observações Doutrinarias, que se encontra na Obra O Livro dos Médiuns.

1)A malandragem dos Espíritos mistificadores ultrapassa ás vezes tudo que se possa imaginar.A arte com que assestam as suas baterias e tramam os meios de persuadir seria digno de atenção, caso se limitassem a brincadeiras inocentes. Mas as mistificações podem ter conseqüências desagradáveis abrimos os olhos a tempo a muitas pessoas que nos pediram conselhos, livrando-as de situações ridículas e comprometedoras.

Entre os meios empregados por esses Espíritos devemos colocar em primeiro lugar, como os mais freqüentes, os que excitam a cupidez, como a revelação de pretensos tesouros ocultos, o anúncio de herança e de outras fontes de riqueza. Devem, também se considerar desde logo suspeitas às predições com épocas marcadas e todas as indicações precisas referentes a interesses materiais.Toda cautela com as providências prescritas ou aconselhadas pelos Espíritos, Quando os fins não forem claramente razoáveis.

Existe muitos espíritos mentirosos, hipócritas, embusteiros no mundo invisível, eles tomam nomes falsos, nomes venerados, pomposos, importantes para iludir as pessoas, também usam uma linguagem melosa, doce, meiga para seduzir as pessoas, falam em Deus, Jesus, caridade para nos enganar é um tipo de mascara, temos que analisar todas as mensagens e comunicações que venha dos espíritos desencarnados pelo crivo severo da razão e da lógica, qualquer ofensa a razão, a lógica e ao bom sendo, denuncia a presença de espíritos atrasados e embusteiros, fiquem sempre alertas, analisem tudo de forma rigorosa pelo crivo da razão e da lógica.
Não aceite nada sem exame, espíritos desencarnados que pedem bebidas alcoólicas, cigarros, charutos, despachos, velas, sacrifícios de pobres animais, são espíritos inferiores ainda apegados a matéria e aos vícios e desejos terrenos.
Fiquem sempre alertas, analise tudo de forma racional sem empolgações e sem entusiasmos, sejam precavidos, orar e vigiar.

JAMAIS SE DEIXAR OFUSCAR PELOS NOMES USADOS PELOS ESPÍRITOS PARA DAREM VALIDADE ÁS SUAS PALAVRAS.
Desconfiar das teorias e sistemas científicos ousados.Enfim, desconfiar de tudo o que se afaste do objetivo moral das manifestações.Poderíamos escrever um volume dos mais curiosos com as estórias de todas as mistificações que têm chegado ao nosso conhecimento.

A PRÁTICA DO ESPIRITISMO, COMO ADIANTE VEREMOS, REQUER MUITO TATO PARA SE DESFAZER O EMBUSTE DOS ESPÍRITOS MISTIFICADORES.

2)SUBMETENDO-SE TODAS AS COMUNICAÇÕES A RIGOROSO EXAME, SONDANDO E ANALISANDO SUAS IDÉIAS E EXPRESSÕES, COMO SE FAZ AO JULGAR UMA OBRA LITERÁRIA – E REJEITANDO SEM HESITAÇÃO TUDO O QUE FOR CONTRÁRIO À LÓGICA E AO BOM SENSO, TUDO O QUE DESMENTE O CARÁTER DO ESPÍRITO QUE SE PENSA ESTAR MANIFESTANDO, — consegue-se desencorajar os Espíritos mistificadores que acabam por se afastar, desde que se convençam de que não podem nos enganar.

REPETIMOS QUE ESTE É O ÚNICO MEIO, MAS É INFALÍVEL PORQUE NÃO EXISTE COMUNICAÇÃO MÁ QUE RESISTA A UMA CRÍTICA RIGOROSA. Os Espíritos bons jamais se ofendem, pois eles mesmos nos aconselham a proceder assim e nada têm a temer do exame. Somente os maus se melindram e procuram dissuadir-nos, porque têm tudo a perder. E por essa mesma atitude provam o que são.

Como explica Kardec temos que usar a Critica para analisar as comunicações dos espíritos desencarnados.
Tudo tem que ser analisado pelo Crivo severo da Razão e da lógica, qualquer ofensa a razão, a lógica e a moral elevada, deve ser rigorosamente rejeitado.
A fé no Espiritismo tem que ser Raciocinada e não cega.


Eis o conselho dado por São Luís a respeito:
“Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes os vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos: a de pensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.


3) Como avaliar o estado evolutivo dos espíritos desencarnados, vejamos as observações do Mestre Allan Kardec, que se encontra na obra O Livro dos médiuns.

a) Não há outro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não pode provir de Espíritos superiores.
Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as suas ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles inspiram e os conselhos que dão.

Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.
A LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS SUPERIORES É SEMPRE DIGNA, ELEVADA, NOBRE, SEM QUALQUER MISTURA DE TRIVIALIDADE. ELES DIZEM TUDO COM SIMPLICIDADE E MODÉSTIA, NUNCA SE VANGLORIAM, NÃO FAZEM JAMAIS EXIBIÇÃO DO SEU SABER NEM DE SUA POSIÇÃO ENTRE OS DEMAIS. A LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS INFERIORES OU VULGARES É SEMPRE ALGUM REFLEXO DAS PAIXÕES HUMANAS.
TODA EXPRESSÃO QUE REVELE BAIXEZA, AUTO-SUFICIÊNCIA, ARROGÂNCIA, FANFARRONICE, MORDACIDADE É SINAL CARACTERÍSTICO DE INFERIORIDADE. E DE MISTIFICAÇÃO, SE O ESPÍRITO SE APRESENTA COM UM NOME RESPEITÁVEL E VENERADO.

b) Os Espíritos superiores têm, como dissemos em muitas circunstâncias, uma linguagem sempre digna, nobre, elevada, sem mistura com qualquer trivialidade; eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, não se vangloriam nunca, não exibem jamais seu saber nem sua posição entre os outros. A dos Espíritos inferiores ou vulgares tem sempre algum reflexo das paixões humanas; toda a expressão que exala a baixeza, a suficiência, a arrogância, a fanfarrice, a acrimônia, é um indício característico de inferioridade, ou de fraude se o Espírito se apresenta sob um nome respeitável e venerado.

Os bons Espíritos não dizem senão o que sabem; eles se calam ou confessam sua ignorância sobre o que não sabem. Os maus falam de tudo com segurança, sem se importarem com a verdade. Toda heresia científica notória, todo princípio que choca com a razão e o bom senso, mostra a fraude se o Espírito se dá por um Espírito esclarecido.


c) Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil.
A LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS SUPERIORES É CONSTANTEMENTE DIGNA, NOBRE, REPLETA DA MAIS ALTA MORALIDADE, LIVRE DE TODA PAIXÃO INFERIOR; SEUS CONSELHOS EXALTAM A SABEDORIA MAIS PURA E SEMPRE TÊM POR OBJETIVO NOSSO APERFEIÇOAMENTO E O BEM DA HUMANIDADE. A LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS INFERIORES, AO CONTRÁRIO, É INCONSEQÜENTE, MUITAS VEZES BANAL E ATÉ MESMO GROSSEIRA; se por vezes dizem coisas boas e verdadeiras, dizem na maioria das vezes coisas falsas e absurdas por malícia ou por ignorância. Zombam da credulidade e se divertem à custa daqueles que os interrogam ao incentivar a vaidade, alimentando seus desejos com falsas esperanças. Em resumo, as comunicações sérias, no verdadeiro sentido da palavra, apenas acontecem nos centros sérios, cujos membros estão unidos por uma íntima comunhão de pensamentos, visando ao bem.


d) Os Espíritos levianos são ainda reconhecidos pela facilidade com que predizem o futuro e se referem com precisão a fatos materiais que não podemos conhecer. Os Espíritos bons podem fazer-nos pressentir as coisas futuras, quando esse conhecimento for útil, mas jamais precisam as datas. Todo anúncio de acontecimento para uma época certa é indício de mistificação.
Os Espíritos superiores se exprimem de maneira simples, sem prolixidade. Seu estilo é conciso, sem excluir a poesia das idéias e das expressões, claro, inteligível a todos, não exigindo esforço para a compreensão. Eles possuem a arte de dizer muito em poucas palavras, porque cada palavra tem o seu justo emprego.
Os Espíritos inferiores ou pseudo-sábios escondem sob frases empolgadas o vazio das idéias. Sua linguagem é freqüentemente pretensiosa, ridícula ou ainda obscura, a pretexto de parecer profunda.
OS ESPÍRITOS BONS JAMAIS DÃO ORDENS: NÃO QUEREM IMPOR-SE, APENAS ACONSELHAM E SE NÃO FOREM OUVIDOS SE RETIRAM. OS MAUS SÃO AUTORITÁRIOS, DÃO ORDENS, QUEREM SER OBEDECIDOS E NÃO SE AFASTAM FACILMENTE. TODO ESPÍRITO QUE SE IMPÕE TRAI A SUA CONDIÇÃO.
São exclusivistas e absolutos em suas opiniões e pretendem possuir o privilégio da verdade. Exigem a crença cega e nunca apelam para a razão, pois sabem que a razão lhes tiraria a máscara.
OS ESPÍRITOS BONS NÃO FAZEM LISONJAS. APROVAM O BEM QUE SE FAZ, MAS SEMPRE DE MANEIRA PRUDENTE.
OS MAUS EXAGERAM NOS ELOGIOS, EXCITAM O ORGULHO E A VAIDADE, EMBORA PREGANDO A HUMILDADE, E PROCURAM EXALTAR A IMPORTÂNCIA PESSOAL DAQUELES QUE DESEJAM CONQUISTAR.


e)Devemos desconfiar dos nomes bizarros e ridículos usados por certos Espíritos que desejam impor-se à credulidade. Seria extremamente absurdo tomar esses nomes a sério.

Devemos igualmente desconfiar dos Espíritos que se apresentam com muita facilidade usando NOMES BASTANTE VENERADOS, e só com muita reserva aceitar o que dizem. Nesses casos, sobretudo, é que um controle se torna indispensável. Porque é freqüentemente a máscara que usam para levar-nos a crer em pretensas relações íntimas com Espíritos excelsos. Dessa maneira eles lisonjeiam a vaidade do médium e se aproveitam dela para o induzirem a atos lamentáveis e ridículos.
Os Espíritos bons são muito escrupulosos no tocante às providências que podem aconselhar. Em todos os casos têm apenas em vista um fim sério e eminentemente útil. Devemos pois encarar como suspeitas todas aquelas que não tenham esse caráter ou sejam condenáveis pela razão, refletindo maduramente antes de adotá-las, pois do contrário nos exporemos a mistificações desagradáveis.


f)Os Espíritos bons só ensinam o bem. Toda máxima, todo conselho que não for estritamente conforme a mais pura caridade evangélica não pode provir de Espíritos bons.
OS ESPÍRITOS BONS SÓ DÃO CONSELHOS PERFEITAMENTE RACIONAIS. TODA RECOMENDAÇÃO QUE SE AFASTE DA LINHA RETA DO BOM SENSO OU DAS LEIS IMUTÁVEIS DA NATUREZA ACUSA A PRESENÇA DE UM ESPÍRITO RESTRITO E PORTANTO POUCO DIGNO DE CONFIANÇA.
Os Espíritos maus ou simplesmente imperfeitos ainda se revelam por sinais materiais que a ninguém poderão enganar.
A ação que exercem sobre o médium é às vezes violenta, provocando movimentos bruscos e sacudidos, uma agitação febril e convulsiva que contrasta com a calma e a suavidade dos Espíritos bons.
Estudando-se com atenção o caráter dos Espíritos que se manifestam, sobretudo sob o aspecto moral, reconhece-se a sua condição e o grau de confiança que devem merecer. O bom senso não se enganará.

4) Podemos concluir o seguinte.
Vamos reconhecer a elevação dos espíritos desencarnados pela sua Linguagem e pelos seus ensinamentos.
Os Espíritos de Luz ou Espíritos Elevados possuem sempre uma Linguagem moralmente limpa e elevada.
Os Espíritos Elevados possuem uma Linguagem pura, digna, nobre, lógica, isenta de vulgaridades e expressões grosseiras, sua Linguagem é sempre Moralizadora incentivando as pessoas a seguirem o Caminho do Bem e das Virtudes.
Os espíritos inferiores possuem uma Linguagem moralmente pesada e grosseira, sua linguagem reflete as paixões e vícios humanos, como, o ódio, a revolta, o rancor, o medo, o fanatismo, desejos de vingança, apego aos vícios de beber e fumar e outros vícios como a gula, o jogo e as drogas, esses espíritos inferiores estão na atmosfera terrena tentando viver entre os encarnados.
Os encarnados que possuem maus pensamentos, maus desejos, vícios, e tem uma vontade fraca, são os mais visados por esses espíritos inferiores e obsessores da atmosfera terrena, eles procuram intuir ou inspirar maus pensamentos e vícios na mente das pessoas.
Para afastar esses maus espíritos, temos que cultivar uma vida terrena digna, correta, honesta, com pensamentos elevados e positivos e procurar sempre combater os maus pensamentos, os maus desejos, os vícios.
A nossa Conduta Moral tem que ser Reta no Cristo.
Dessa forma os maus espíritos não conseguem se sintonizar com a nossa mente estamos vibrando em outra faixa, a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa, conforme a sua forma de pensar, sentir e agir.
Tudo depende dos nossos pensamentos, sentimentos e atitudes.
Uma outra questão muito importante.
TODA COMUNICAÇÃO DADA PELOS ESPIRITOS DESENCARNADOS, TEM QUE PASSAR PELO CRIVO SEVERO DA RAZÃO E DA LÓGICA PARA PODER SER ACEITO.
QUALQUER OFENSA A RAZÃO, A LÓGICA E A MORAL ELEVADA, DEVE SER RIGOROSAMENTE REJEITADO, SEJA QUAL FOR O NOME DADO PELO ESPÍRITO COMUNICANTE.
EXISTE MUITOS ESPIRITOS EMBUSTEIROS, MENTIROSOS, HIPÓCRITAS E MISTIFICADORES NO MUNDO ESPIRITUAL, DEVEMOS TOMAR MUITO CUIDADO.

Wilson Moreno

 
 
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