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Mural
De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 14/06/16 10:16

Defesa Psíquica.

Os pensamentos positivos, elevados e firmes no bem repelem os espíritos inferiores e obsessores.
Quando eu procuro me melhorar moralmente, praticar o bem, a caridade e as Virtudes e manter os pensamentos elevados eu vou criar um campo vibratório elevado que vai repelir os maus espíritos.
Não havendo sintonia os espíritos obsessores se afastam.
Quando estou com pensamentos negativos, impuros vou entrar em sintonia com os espíritos inferiores e perturbadores do mundo invisível.
Tudo reside em meus pensamentos e conduta moral.
Os maus espíritos ficam nos vigiando procurando alguma chance para se aproximar de nós pela sintonia dos pensamentos, quando vacilamos nos pensamentos e atitudes eles se aproximam de nós para nos obsedar.

Cuidado com seus pensamentos de fraquezas e maus desejos e maus hábitos isso atrai espiritos perturbados e perturbadores.
O mal entra em sintonia com o mal.
A proteção espiritual quem faz é a própria pessoa pelos seus pensamentos, força de vontade, raciocínio e elevação moral.
Não existem proteções divinas e nem milagres é vc que tem que saber se defender psiquicamente pelos seus pensamentos elevados, positivos e firmes no bem e pela pratica de boas obras.
O Bem repele o mal.
Assim como o Calor repele o frio.

Cuidado com os vícios isso vai atrair espiritos viciados do mundo espiritual, bebidas alcoólicas, cigarros, drogas, gula e o vício do jogo vão atrair pela sintonia dos pensamentos espiritos desencarnados ainda presos a esses vícios.
É muito importante o encarnado procurar sempre se melhorar moralmente, cultivar pensamentos elevados, ter boas atitudes, combater os vícios e maus hábitos para ele entrar em sintonia com os espiritos superiores.

Wilson Moreno




De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 13/06/16 11:42

\"O homem de bem não procura elevar-se sobre o seu semelhante, mas sobre si mesmo, aperfeiçoando-se.\" ALLAN KARDEC, O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. III, Há Muitas Moradas na Casa de Meu Pai

ESCLARECIMENTOS DE ALLAN KARDEC



Carta à Sua Alteza o Príncipe G.

Revista Espírita, janeiro de 1859

Príncipe,

Vossa Alteza honrou-me dirigindo-me várias perguntas referentes ao Espiritismo; vou tentar respondê-las, tanto quanto o permita o estado dos conhecimentos atuais sobre a matéria, resumindo em poucas palavras o que o estudo e a observação nos ensinaram a esse respeito. Essas questões repousam sobre os princípios da própria ciência: para dar maior clareza à solução, é necessário ter esses princípios presentes no pensamento; permita-me, pois, tomar a coisa de um ponto mais alto, colocando como preliminares certas proposições fundamentais que, de resto, elas mesmas servirão de resposta a algumas de vossas perguntas.

Há, fora do mundo corporal visível, seres invisíveis que constituem o mundo dos Espíritos.

Os Espíritos não são seres à parte, mas as próprias almas daqueles que viveram na Terra ou em outras esferas, e que deixaram seus envoltórios materiais.

Os Espíritos apresentam todos os graus de desenvolvimento intelectual e moral. Há, por consequência, bons e maus, esclarecidos e ignorantes, levianos, mentirosos, velhacos, hipócritas, que procuram enganar e induzir ao mal, como os há muitos superiores em tudo, e que não procuram senão fazer o bem. Essa distinção é um ponto capital.

Os Espíritos nos cercam sem cessar, com o nosso desconhecimento, dirigem os nossos pensamentos e as nossas ações, e por aí
influem sobre os acontecimentos e os destinos da Humanidade.

Os Espíritos, freqüentemente, atestam sua presença por efeitos materiais. Esses efeitos nada têm de sobrenatural; não nos parecem tal senão porque repousam sobre bases fora das leis conhecidas da matéria. Uma vez conhecidas essas bases, o efeito entra na categoria dos fenômenos naturais; é assim que os Espíritos podem agir sobre os corpos inertes e fazê-los mover sem o concurso de nossos agentes exteriores. Negar a existência de agentes desconhecidos, unicamente porque não são compreendidos, seria colocar limites ao poder de Deus, e crer que a Natureza nos disse sua última palavra.

Todo efeito tem uma causa; ninguém o contesta. É, pois, ilógico negar a causa unicamente porque seja desconhecida.

Se todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente deve ter uma causa inteligente. Quando se vê o braço do telégrafo fazer sinais que respondem a um pensamento, disso se conclui, não que esses braços sejam inteligentes, mas que uma inteligência fá-los moverem-se. Ocorre o mesmo com os fenômenos espíritas. Se a inteligência que os produz não é a nossa, é evidente que ela está fora de nós.

Nos fenômenos das ciências naturais, atua-se sobre a matéria inerte, que se manipula à vontade; nos fenômenos espíritas age-se sobre inteligências que têm seu livre arbítrio, e não estão submetidas à nossa vontade. Há, pois, entre os fenômenos usuais e os fenômenos espíritas uma diferença radical quanto ao princípio: por isso, a ciência vulgar é incompetente para julgá-los.

O Espírito encarnado tem dois envoltórios, um material que é o corpo, o outro semi-material e indestrutível que é o perispírito. Deixando o primeiro, conserva o segundo que constitui para ele uma espécie de corpo, mas cujas propriedades são essencialmente diferentes. Em seu estado normal, é invisível para nós, mas pode tornar-se momentaneamente visível e mesmo tangível: tal é a causa do fenômeno das aparições.

Os Espíritos não são, pois, seres abstratos, indefinidos, mas seres reais e limitados, tendo sua própria existência, que pensam e agem em virtude de seu livre arbítrio. Estão por toda parte, ao redor de nós; povoam os espaços e se transportam com a rapidez do pensamento.

Os homens podem entrar em relação com os Espíritos e deles receberem comunicações diretas pela escrita, pela palavra e por outros meios. Os Espíritos, estando ao nosso lado e podendo virem ao nosso chamado, pode-se, por certos intermediários, estabelecer com eles comunicações seguidas, como um cego pode fazê-lo com as pessoas que ele não vê.

Certas pessoas são dotadas, mais do que outras, de uma aptidão especial para transmitirem as comunicações dos Espíritos: são os médiuns. O papel do médium é o de um intérprete; é um instrumento do qual se servem os Espíritos: esse instrumento pode ser mais ou menos perfeito, e daí as comunicações mais ou menos fáceis.

Os fenômenos espíritas são de duas ordens: as manifestações físicas e materiais, e as comunicações inteligentes. Os efeitos físicos são produzidos por Espíritos inferiores; os Espíritos elevados não se ocupam mais dessas coisas quanto nossos sábios não se ocupam em fazerem grandes esforços: seu papel é de instruir pelo raciocínio.

As comunicações podem emanar de Espíritos inferiores, como de Espíritos superiores. Reconhecem-se os Espíritos, como os homens, pela sua linguagem: a dos Espíritos superiores é sempre séria, digna, nobre e marcada de benevolência; toda expressão trivial ou inconveniente, todo pensamento que choque a razão ou o bom senso, que denote orgulho, acrimônia ou malevolência, necessariamente, emana de um Espírito inferior.

Os Espíritos elevados não ensinam senão coisas boas; sua moral é a do Evangelho, não pregam senão a união e a caridade, e jamais enganam. Os Espíritos inferiores dizem absurdos, mentiras, e, frequentemente, grosserias mesmo.

A bondade de um médium não consiste somente na facilidade das comunicações, mas, sobretudo, na natureza das comunicações que recebe. Um bom médium é aquele que simpatiza com os bons Espíritos e não recebe senão boas comunicações.

Todos temos um Espírito familiar que se liga a nós desde o nosso nascimento, nos guia, nos aconselha e nos protege; esse Espírito é sempre bom.

Além do Espírito familiar, há Espíritos que são atraídos para nós por sua simpatia por nossas qualidades e nossos defeitos, ou por antigas afeições terrestres. Donde se segue que, em toda reunião, há uma multidão de Espíritos mais ou menos bons, segundo a natureza do meio.

Podem os Espíritos revelar o futuro?

Os Espíritos não conhecem o futuro senão em razão de sua elevação. Os que são inferiores não conhecem mesmo o seu, por mais forte razão o dos outros. Os Espíritos superiores o conhecem, mas não lhes é sempre permitido revelá-lo. Em princípio, e por um desígnio muito sábio da Providência, o futuro deve nos ser ocultado; se o conhecêssemos, nosso livre arbítrio seria por isso entravado. A certeza do sucesso nos tiraria o desejo de nada fazer, porque não veríamos a necessidade de nos dar ao trabalho; a certeza de uma infelicidade nos desencorajaria. Todavia, há casos em que o conhecimento do futuro pode ser útil, mas deles jamais podemos ser juízes: os Espíritos no-los revelam quando crêem útil e têm a permissão de Deus; fazem-no espontaneamente e não ao nosso pedido. E preciso esperar, com confiança a oportunidade, e sobretudo não insistir em caso de recusa, de outro modo se arrisca a relacionar-se com Espíritos levianos que se divertem às nossas custas.

Podem os Espíritos nos guiar, por conselhos diretos, nas coisas da vida?

Sim, eles o podem e o fazem voluntariamente. Esses conselhos nos chegam diariamente pelos pensamentos que nos sugerem. Freqüentemente, fazemos coisas das quais nos atribuímos o mérito, e que não são, na realidade, senão o resultado de uma inspiração que nos foi transmitida. Ora, como estamos cercados de Espíritos que nos solicitam, uns num sentido, os outros no outro, temos sempre o nosso livre arbítrio para nos guiar na escolha, feliz para nós quando damos a preferência ao nosso bom gênio.

Além desses conselhos ocultos, pode-se tê-los diretos por um médium; mas é aqui o caso de se lembrar dos princípios fundamentais que emitimos a toda hora. A primeira coisa a considerar é a qualidade do médium, senão o for por si mesmo. Médium que não tem senão boas comunicações, que, pelas suas qualidades pessoais não simpatiza senão com os bons Espíritos, é um ser precioso do qual podem-se esperar grandes coisas, se todavia for secundado pela pureza de suas próprias instruções e se tomadas convenientemente: digo mais, é um instrumento providencial.

O segundo ponto, que não é menos importante, consiste na natureza dos Espíritos aos quais se dirigem, e não é preciso crer que o primeiro que chegue possa nos guiar utilmente. Quem não visse nas comunicações espíritas senão um meio de adivinhação, e em um médium uma espécie de ledor de sorte, se enganaria estranhamente. É preciso considerar que temos, no mundo dos Espíritos, amigos que se interessam por nós, mais sinceros e mais devotados do que aqueles que tomam esse título na Terra, e que não têm nenhum interesse em nos bajular e em nos enganar. Além do nosso Espírito protetor, são parentes ou pessoas que se nos afeiçoaram em sua vida, ou Espíritos que nos querem o bem por simpatia. Aqueles vêm voluntariamente quando são chamados, e vêm mesmo sem que sejam chamados; temo-los, freqüentemente, ao nosso lado sem disso desconfiar. São aqueles aos quais pode-se pedir conselhos pela via direta dos médiuns, e que os dão mesmo espontaneamente sem que lhes peça. Fazem-no sobretudo n a intimidade, no silêncio, e então quando nenhuma influência venha perturbá-los: aliás, são muito prudentes, e não se tem a temer da sua parte uma indiscrição imprópria: eles se calam quando há ouvidos demais. Fazem-no, ainda com mais bom grado, quando estão em comunicação frequente conosco; como eles não dizem as coisas senão com o propósito e segundo a oportunidade, é preciso esperar a sua boa vontade e não crer que, à primeira vista, vão satisfazer a todos os nossos pedidos; querem nos provar com isso que não estão às nossas ordens.

A natureza das respostas depende muito do modo como se colocam as perguntas; é preciso aprender a conversar com os Espíritos como se aprende a conversar com os homens: em todas as coisas é preciso a experiência. Por outro lado, o hábito faz com que os Espíritos se identifiquem conosco e com o médium, os fluidos se combinam e as comunicações são mais fáceis; então se estabelece, entre eles e nós, verdadeiras conversações familiares; o que não dizem num dia, dizem-no em outro; eles se habituam à nossa maneira de ser, como nós à sua: fica-se, reciprocamente, mais cômodo. Quanto à ingerência de maus Espíritos e de Espíritos enganadores, o que é o grande escolho, a experiência ensina a combatê-los, e pode-se sempre evitá-los. Se não se lhes expuser, não vêm mais onde sabem perder seu tempo.

Qual pode ser a utilidade da propagação das ideias espíritas?

O Espiritismo, sendo a prova palpável, evidente da existência, da individualidade e da imortalidade da alma, é a destruição do Materialismo. Essa negação de toda religião, essa praga de toda sociedade. O número dos materialistas que foram conduzidos a ideias mais sadias é considerável e aumenta todos os dias: só isso seria um benefício social. Ele não prova somente a existência da alma e sua imortalidade; mostra o estado feliz ou infeliz delas segundo os méritos desta vida. As penas e as recompensas futuras não são mais uma teoria, são um fato patente que se tem sob os olhos. Ora, como não há religião possível sem a crença em Deus, na imortalidade da alma, nas penas e nas recompensas futuras, se o Espiritismo conduz a essas crenças aqueles em que estavam apagadas, disso resulta que é o mais poderoso auxiliar das ideias religiosas: dá a religião àqueles que não a têm; fortifica-a naqueles em que ela é vacilante; consola pela certeza do futuro, faz aceitar com paciência e resignação as tribulações desta vida, e afasta do pensamento do suicídio, pensamento que se repele naturalmente quando se lhe vê as consequências: eis porque aqueles que penetraram esses mistérios estão felizes com isso; é para eles uma luz que dissipa as trevas e as angústias da dúvida.

Se considerarmos agora a moral ensinada pelos Espíritos superiores, ela é toda evangélica, é dizer tudo: prega a caridade cristã em toda a sua sublimidade; faz mais, mostra a necessidade para a felicidade presente e futura, porque as consequências do bem e do mal que fizermos estão ali diante dos nossos olhos. Conduzindo os homens aos sentimentos de seus deveres recíprocos, o Espiritismo neutraliza o efeito das doutrinas subversivas da ordem social.

Essas crenças não podem ser um perigo para a razão?

Todas as ciências não forneceram seu contingente às casas de alienados? É preciso condená-las por isso? As crenças religiosas não estão ali largamente representadas? Seria justo, por isso, proscrever a religião? Conhecem-se todos os loucos que o medo do diabo produziu? Todas as grandes preocupações intelectuais levam à exaltação, e podem reagir lastimavelmente sobre um cérebro fraco; teria fundamento ver-se no Espiritismo um perigo especial a esse respeito, se ele fosse a causa única, ou mesmo preponderante, dos casos de loucura. Faz-se grande barulho de dois ou três casos aos quais não se daria nenhuma atenção em outra circunstância; não se levam em conta, ainda, as causas predisponentes anteriores. Eu poderia citar outras nas quais as ideias espíritas, bem compreendidas, detiveram o desenvolvimento da loucura. Em resumo, o Espiritismo não oferece, sob esse aspecto, mais perigo que as mil e uma causas que a produzem diariamente; digo mais, que ele as oferece muito menos, naquilo que ele carrega em si mesmo seu corretivo, e que pode, pela direção que dá às ideias, pela calma que proporciona ao espírito daqueles que o compreende, neutralizar o efeito de causas estranhas. O desespero é uma dessas causas; ora, o Espiritismo, fazendo-nos encarar as coisas mais lamentáveis com sangue frio e resignação, nos dá a força de suportá-las com coragem e resignação, e atenua os funestos efeitos do desespero.

As crenças espíritas não são a consagração das ideias supersticiosas da Antiguidade e da Idade Média, e não podem recomendá-las?

As pessoas sem religião não taxam de superstição a maioria das crenças religiosas? Uma ideia não é supersticiosa senão porque ela é falsa; cessa de sê-lo se se torna uma verdade. Está provado que, no fundo da maioria das superstições, há uma verdade ampliada e desnaturada pela imaginação. Ora, tirar a essas ideias todo seu aparelho fantástico, e não deixar senão a realidade, é destruir a superstição: tal é o efeito da ciência espírita, que coloca a nu o que há de verdade ou de falso nas crenças populares. Por muito tempo, as aparições foram vistas como uma crença supersticiosa; hoje, que são um fato provado, e, mais que isso, perfeitamente explicado, elas entram no domínio dos fenômenos naturais. Seria inútil condená-las, não as impediria de se produzirem; mas aqueles que delas tomam conhecimento e as compreendem, não somente não se amedrontam, mas com elas ficam satisfeitos, e é a tal ponto que aqueles que não as têm desejam tê-las. Os fenômenos incompreendidos deixam o campo livre à imaginação, são a fonte de uma multidão de ideias acessórias, absurdas, que degeneram em superstição. Mostrai a realidade, explicai a causa, e a imaginação se detém no limite do possível; o maravilhoso, o absurdo e o impossível desaparecem, e com eles a superstição; tais são, entre outras, as práticas cabalísticas, a virtude dos sinais e das palavras mágicas, as fórmulas sacramentais, os amuletos, os dias nefastos, as horas diabólicas, e tantas outras coisas das quais o Espiritismo, bem compreendido, demonstra o ridículo.

Tais são, Príncipe, as respostas que acreditei dever fazer às perguntas que me haveis dado a honra em me endereçar, feliz se elas podem corroborar as ideias que Vossa Alteza já possui sobre essas matérias, e vos levar a aprofundar uma questão de tão alto interesse; mais feliz ainda se meu concurso ulterior puder ser para vós de alguma utilidade.

Com o mais profundo respeito, sou, de Vossa Alteza, o muito humilde e muito obediente servidor,

Allan Kardec

De: wilson
Para: OS ESTUDIOSOS
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 11/06/16 16:56

Balthazar, o Espírito gastrônomo
Revista espírita — Ano III — Novembro de 1860 de Allan Kardec

Os espíritos podem comer e beber???

Veja essa colocação de Kardec
Sabemos que os Espíritos têm as nossas sensações e percebem os odores tão bem quanto os sons. NÃO PODENDO COMER, UM ESPÍRITO MATERIAL E SENSUAL SE REPASTA DA EMANAÇÃO DOS ALIMENTOS; SABOREIA-OS PELO OLFATO, COMO EM VIDA O FAZIA PELO PALADAR.
Kardec fala claramente NÃO PODENDO COMER
Portanto Andre Luiz e outros espíritos que falam que os espíritos desencarnados podem comer e beber cometeu um grave erro, isso não existe isso é uma ilusão da vida terrena no qual eles estão ainda apegados.


Revista espírita — Ano III — Novembro de 1860

Conversas familiares de além-túmulo

Balthazar, o Espírito gastrônomo


1. Evocação.
Resp. – Meus amigos, eis-me ante uma grande mesa, mas, infelizmente, vazia!

2. Esta mesa está vazia, é verdade; mas quereis dizer-nos de que vos serviria se estivesse repleta de alimentos; o que você faria?
Resp. – Sentiria o seu aroma, como outrora lhes saboreava o gosto.

Observação – Esta resposta encerra todo um ensinamento. Sabemos que os Espíritos têm as nossas sensações e percebem os odores tão bem quanto os sons. NÃO PODENDO COMER, UM ESPÍRITO MATERIAL E SENSUAL SE REPASTA DA EMANAÇÃO DOS ALIMENTOS; SABOREIA-OS PELO OLFATO, COMO EM VIDA O FAZIA PELO PALADAR. Há, pois, algo de verdadeiramente material em seu prazer; porém, como há, na verdade, mais desejo do que realidade, este mesmo prazer, aguilhoando os desejos, torna-se um suplício para os Espíritos inferiores que ainda conservam as paixões humanas.

3. Falemos muito seriamente, peço-vos. Nosso propósito não é brincar, mas instruir-nos. Quereis, pois, responder com seriedade às nossas perguntas e, se for necessário, fazei-vos assistir por um Espírito mais esclarecido.

Tendes um corpo fluídico, nós o sabemos; mas dizei se, nesse corpo, há um estômago?

Resp. – Estômago fluídico também, onde só os aromas podem passar.

4. Quando vedes um prato apetitoso, sentis vontade de comer?

RESP. – AH! COMER! NÃO O POSSO MAIS; PARA MIM ESSAS IGUARIAS SÃO O QUE REPRESENTAM AS FLORES PARA VÓS: CHEIRAIS, MAS NÃO COMEIS. ISTO VOS CONTENTA. POIS BEM! FICO CONTENTE TAMBÉM.

5. SENTIS PRAZER VENDO OS OUTROS A COMER?
RESP. – MUITO, QUANDO ESTOU PERTO.

6. Sentis necessidade de comer e beber? Notai que dizemos necessidade; há pouco tínhamos dito desejo, o que não é exatamente a mesma coisa.
RESP. – NECESSIDADE, NÃO; MAS DESEJO, SIM. SEMPRE.

7. Esse desejo fica plenamente satisfeito pelo aroma que aspirais? É, para vós, como se realmente comêsseis?
Resp. – É como se vos perguntasse se a visão de um objeto, que desejais ardentemente, substitui a posse desse objeto.

8. Pareceria, conforme isso, que o desejo que experimentais deve ser um verdadeiro suplício, pois não há prazer real.
Resp. – Suplício bem maior do que imaginais; mas eu procuro atordoar-me, criando-me a ilusão.

BALTAZAR ESPÍRITO DESENCARNADO
Observação – Este Espírito é bem singular; faz parte dessa classe numerosa de seres invisíveis que não se elevaram em coisa alguma acima da condição de humanidade; só têm de menos o corpo material, mas as ideias são exatamente as mesmas. Este não é um mau Espírito; não tem contra si senão a sensualidade, que é, ao mesmo tempo, para ele, um suplício e um gozo. Como Espírito não é, pois, muito infeliz; é até feliz a seu modo. Mas sabe Deus o que o espera numa nova existência! Um triste retorno poderá fazê-lo refletir e desenvolver o senso moral, ainda abafado pela preponderância dos sentidos.

Allan Kardec

Vou realçar essas colocações importantíssimas

a) 4. Quando vedes um prato apetitoso, sentis vontade de comer?

RESP. – AH! COMER! NÃO O POSSO MAIS; PARA MIM ESSAS IGUARIAS SÃO O QUE REPRESENTAM AS FLORES PARA VÓS: CHEIRAIS, MAS NÃO COMEIS. ISTO VOS CONTENTA. POIS BEM! FICO CONTENTE TAMBÉM.

b) 6. Sentis necessidade de comer e beber? Notai que dizemos necessidade; há pouco tínhamos dito desejo, o que não é exatamente a mesma coisa.

RESP. – NECESSIDADE, NÃO; MAS DESEJO, SIM. SEMPRE.

c) Sabemos que os Espíritos têm as nossas sensações e percebem os odores tão bem quanto os sons. NÃO PODENDO COMER, UM ESPÍRITO MATERIAL E SENSUAL SE REPASTA DA EMANAÇÃO DOS ALIMENTOS; SABOREIA-OS PELO OLFATO, COMO EM VIDA O FAZIA PELO PALADAR.

Allan Kardec

Wilson Moreno na busca da verdade





De: Victor Hugo
Para: Waldiney Mendes
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 09/06/16 21:16

Boa noite! Muita Paz!
Sobre essa questão não analise o todo mas o indivíduo. Cada um tem um programa reencarnatório no qual há a lei de causa e efeito (vide cap. V de O Evangelho Segundo o Espiritismo - Bem Aventurados os Aflitos -). Mas há o livre arbítrio sempre, o qual você exerce conforme lhe apraz.
Diante disso, Deus (todo Amor e Misericórdia) não necessita de braços humanos para que os Estatutos Divinos sejam cumpridos. Portanto, de bom alvitre é analisar todas as situações como oportunidades de evolução, ponderando que, quando alguém viola a lei do amor, contrai um débito perante a própria consciência. Fazendo o bem (questão 642 de O Livro dos Espíritos) repara, na consciência e perante a Lei do Amor.
Sugerimos que leia o livro O Céu e o Inferno, cap. VII da primeira parte (As Penas Futuras Segundo o Espiritismo, item Código Penal da Vida Futura).

Fique com DEUS

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 08/06/16 20:57

Os campos vibratórios.

Os espíritos desencarnados são atraídos conforma a natureza moral do meio que os evoca.
Os espíritos superiores e elevados vão para os ambientes que possuem pessoas com pensamentos elevados e nobres, com bons sentimentos e que possuem uma conduta moral reta no bem e das Virtudes.
O Bem atraindo o Bem pela sintonia dos pensamentos.
Os espíritos inferiores, perturbadores e obsessores são atraídos para esses ambientes que possuem pessoas com maus pensamentos, maus desejos, vícios e maus hábitos.
O mal entrando em sintonia com o mal.

Portanto, é muito importante cultivarmos bons sentimentos, pensamentos elevados e nobres, ter atitudes sempre corretas e honestas para podermos criar um campo vibratório elevado e positivo e atrair a assistência dos espíritos superiores.
Tudo depende das nossas condições mentais e morais.
Os nossos pensamentos criam correntes fluídicas entre o plano espiritual e o mundo terra, essas correntes fluídicas são o imã de atração psíquica para os espíritos desencarnados se aproximarem de nós.
Vamos concluir disso tudo que a proteção espiritual depende somente de nós mesmos, dos nossos pensamentos, sentimentos e atitudes.
O ser conforme pensar assim será.

Pensamentos fortes, positivos, nobres e firmes no bem e nas virtudes, repelem vibratoriamente qualquer espírito obsessor.
Não havendo sintonia mental os maus espíritos não podem se aproximar de nós.
Mais quando vacilamos com nossos pensamentos, passamos a emitir pensamentos negativos, ódio, raiva, fraquezas, medo, vícios vamos criar um campo vibracional baixo e denso o que vai atrair pela sintonia espíritos inferiores e obsessores.

Tudo é uma questão de sintonia vibratória dos pensamentos com o mundo espiritual.

Wilson Moreno


De: Wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 07/06/16 11:18

As Provações

O espírito se reencarna no plano terreno é para VENCER as suas imperfeições morais e evoluir.
Nenhum espírito se reencarna predestinado para o mal e nem para os vícios, ele se reencarna para se depurar moralmente e espiritualmente praticando o bem e as virtudes.
As provações existem na vida terrena do espírito encarnado para ele vencer essas provas reencarnatorias pela sua luta e esforço pessoal, combatendo de forma gradativa as suas imperfeições morais.
Cada imperfeição moral que ele consegue superar é uma luz nova para a sua evolução espiritual.
A sua vida não esta fixada num karma qualquer no qual vc não pode mudar, vc tem livre arbítrio para mudar os rumos da sua existência terrena.
Cuidado com a palavra resignação não confunda essa palavra com conformismo que são coisas completamente diferentes.

Vc pode mudar a sua vida.
Vc pode mudar seu destino.
Vc pode vencer e ser feliz.

O espírito se reencarna para transformar o LIMÃO EM LIMONADA.

O espírito se reencarna para evoluir e vencer a si mesmo superando as suas imperfeições morais.
O Objetivo das reencarnações é a depuração moral e intelectual dos espiritos.

É muito importante para sua evolução espiritual e sua felicidade vc desenvolver a sua força de vontade e a sua força mental ou força do pensamento.
As pessoas de vontade fracas, com pensamentos negativos e de fraquezas, com vícios e maus desejos, ficam travadas na vida material e espiritual.
O mundo pertence aos fortes na vontade e nos pensamentos, essas pessoas estão sempre conseguindo vitorias matérias, financeiras, sentimentais e espirituais em suas vidas.
Repare as pessoas que são tímidas, bobas, fracas na vontade e nos pensamentos, elas ficam sempre TRAVADAS na vida.
Os fracos não conseguem nada eles deixam o tempo passar com coisas fúteis e vazias.
Tudo esta nos pensamentos de fraquezas e na vontade fraca, nós somos o que pensamos e atraímos pelo pensamento o bem ou o mal, cuidado com seus pensamentos.

Desenvolva sua força de vontade
Desenvolva sua força mental
Tenha disciplina e ordem em sua vida material e espiritual
Cultive sempre pensamentos fortes e positivos
Tenha sempre garra para viver os fracos vegetam na vida esperando a velhice chegar.
Cuidado com a timidez
Combata os vícios e os maus desejos.
Repila os pensamentos negativos.
Tente sempre se melhorar moralmente
Combata sempre seus medos e imperfeições morais.
Busque sempre a LUZ

Vc pode sempre mudar a sua vida é por isso que vc tem LIVRE ARBITRIO

Wilson Moreno


De: waldiney l.mendes
Para: victor hugo
E-mail: vegetalubarana@yahoo.com.br
Data: 06/06/16 08:55

nos atos praticados no mal que nos levam de uma forma ou outra aos pagamentos de nossos débitos, mormente através de outras pessoas,como ficariam os débitos dessas pessoas, e das outras que indubitavelmente virão, como que formando uma cadeia sem fim?

De: Maria Neli
Para: Victor Hugo
E-mail: ana.mary2016@bol.com
Data: 01/06/16 19:49

Boa noite! irmão, muito obrigada me conforto muito suas palavras, confesso que não me dedico o quanto deveria, seguirei o que me orientastes e vencerei.
Obrigado Deus por me abençoar muito mais do que mereço, a todos vós meu muito obrigado.
Abraço
Nely

De: Victor Hugo
Para: Maria Neli
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 01/06/16 11:03

Querida irmã, bom dia!

Que a Paz do Amado Mestre Jesus lhe envolva hoje e sempre e que todos os seus segundos sejam lindos, repleto de luz, harmonia, saúde, paz e infinita alegria.

Agradeço muito sua confiança e friso que, por mais que possa parecer difícil, um pouquinho mais de concentração e vontade resolverá a questão.

Vigiai e orai, disse Jesus. Dessa forma, minha irmã, qualquer fator de preocupação é teste para você possa manter sua emoção equilibrada. Portanto, não veja nesses fatos a figura de um adversário, mas uma oportunidade de manter um equilíbrio e fortificar sua Fé. Sabe o que acontece? O fato acontece e entra na sua mente ganhando a sua preocupação. Quando você vai expulsá-lo ele já ganhou um tamanhão e fica difícil. As muitas experiências dolorosas resultaram na crise de ansiedade. E agora você precisa se esforçar um pouquinho mais (sei que é difícil) para se manter bem.
Lembre-se: orar sempre! Ao acordar, durante o dia, antes de dormir.
. Vigiar a mente!
.Importar-se somente com o que importa.
.Nunca se deixar abater.

Ler bastante as obras Espíritas.

Dará tudo certo!

ORAÇÃO REFAZENTE

Almas da Terra,



Quando o fragor das inquietações estiver a ponto de estraçalhar-vos, se nas encruzilhadas não souberdes o caminho a seguir e todas as rotas vos parecerem acesso a abismos; quando insuportável desesperação vos houver arrastado a conclusões infelizes que vos pareçam ser a única solução; quando os infortúnios em vos excruciando tendei a tornar-vos indiferentes ao próprio sofrimento:



tendes o veículo da oração e dispondes do acesso à meditação remediadora.



Talvez, não vos sejam supressos os problemas, nem afastadas as dificuldades; no entanto, dilatareis a visão para melhor e mais apurado discernimento, lobrigareis mais ampla compreensão da Vida e das suas legítimas realidades, experimentareis a presença de forças ignotas que vos penetrarão. Vitalizando-vos, elevar-vos eis a zonas psíquicas relevantes donde volvereis saturados de paz com possibilidades de prosseguirdes não obstante quaisquer difíceis conjunturas existentes ou por existirem.





Porque a prece apazigua e a meditação refaz. A oração eleva enquanto a reflexão sustenta. O pensamento nobre comungando com Deus, em Deus está a Vida, e dialogando em conúbio de amor extravaza as impurezas e se impregna com as sublimes vibrações da afetividade, que se converte em força dinâmica para sustentar as combalidas potencialidades que, então, se soerguem e não mais desfalecem.





Não vos arrojeis desastradamente nas valas da ira irrefreável ou nas vagas da insensatez. Antes que vou assaltem os demônios do crime, erguei-vos do caos, pensando e orando. Há ouvidos atentos que captarão vossos apelos e cérebros poderosos que emitirão mensagens respostas que não deveis desconsiderar. Amores que vos precederam no além-túmulo vigiam e esperam por vós. Amam e aguardam receptividade. Não vos enganeis nem vos desespereis. Tende tento. Falai ao Pai na prece calma e silenciai para o ouvirdes através da inspiração clarificadora. Nada exijais. Quem ora não impõe.





Orar é abrir a alma, externar estados íntimos, refugiar-se na Divina Sabedoria, a fim de abastecer-se de entendimento penetrando-se de saúde interior. E quando retornardes da incursão pela prece exultar, apagando as sombrias expressões anteriores, superando as marcas das crises sofridas e espargindo alegrias em nome da esperança que habitarás em vós.



Trabalhando pelo Bem o Homem ora. Orando na aflição ou na alegria, o Homem trabalha. E orando conseguirá vencer toda a tentação, integrar-se com plenitude no Espírito da Vida que flui da Vida abundante com forças superiores para trabalhar e vencer.



Autor: Victor Hugo (Espírito)
Psicografia de Divaldo Franco

De: Maria Neli
Para: Victor Higo
E-mail: ana.mary2016@bol.com
Data: 30/05/16 20:56

Boa noite, caro irmão, desejo a todos da sala uma semana de benção.
Gostaria de orientação, por causa de muito stress que passei, agora estou tendo crises de ansiedade panico por qualquer mudança de rotina que aconteça no dia a dia, tive uma crise em dezembro 2015 que a muito não sentia, agora esta se repetindo uma vez por mês.
Faço evangelho no lar e tratamento casa espírita, mesmo assim, fico bem e penso que não vai mais voltar e pronto uma pequena preocupação e tormento retorna.
Abraço e gratidão
muita paz
Nely

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 25/05/16 12:07

“Progredir realmente é trabalhar sempre, servindo sempre mais”. Batuíra

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 24/05/16 15:25

“A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar”. André Luiz

 
 
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