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Mural
De: adriano
Para: todos
E-mail: adrianinhochaveiro@yahoo.com.b
Data: 18/06/15 07:52

A maior prova que mostra que queremos ver nossa família na presença de Deus é o nosso bom testemunho, nossa fidelidade a Deus independente das circunstâncias!!
Uma das chaves para conquistar promessas é nunca se esquecer delas.
Deus quer realizar algo na sua vida,não importa se as chances são aparentemente pequenas ou se acontecem coisas para atrapalhar,simplesmente tudo acontece e o impossível torna-se possível!
Acredita em Jesus Cristo!


De: Wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 17/06/15 17:55

As nossas imperfeições morais travam nossa evolução espiritual e permitem a aproximação dos espíritos sem luz, espíritos perturbadores e obsessores.

São as nossas imperfeições morais, maus pensamentos, maus desejos, vontade fraca, desanimo, vícios que vão atrair pela sintonia mental os espiritos inferiores e obsessores do mundo invisível, a proteção espiritual contra as obsessões esta em nossos pensamentos elevados e nobres e na conduta moral reta na pratica do bem e das virtudes.
Seja forte nos pensamentos e na vontade, como explica o Racionalismo Cristão e o Espiritismo verdadeiro, nós somos o que pensamos e atraímos pelo pensamento o bem ou o mal.
Não adianta usar velas, amuletos, talismã, roupas brancas, imagens de santos, medalhas cabalísticas, é nos pensamentos que esta o nosso poder espiritual.
Os espiritos mistificadores gostam de indicar esses processos místicos para as pessoas ingênuas, de usar objetos matérias sagrados ou mágicos para afastar os maus espiritos, e as pessoas entram nessa furada e não procuram se melhorar moralmente e mentalmente e passam a ficar fracas espiritualmente facilitando a ação dos maus espiritos.
Os espiritos obsessores e embusteiros do plano astral, não querem que as pessoas descubram seu poder espiritual que esta nos PENSAMENTOS E NA VONTADE.
Pessoas de vontade fraca com maus pensamentos, maus desejos, sem animo, sem disposição para lutar pela vida, são um alvo fácil para as falanges de espiritos obsessores, eles querem exatamente isso pessoas de vontade fraca e com pensamentos negativos que acreditam em crendices e surpertições.


Vejamos uma Observação importante do Mestre Kardec sobre a causa das Obsessões.

Assim como as doenças são o resultado das imperfeições físicas, que tornam o corpo acessível às influências perniciosas do exterior, a obsessão é sempre o resultado de uma imperfeição moral, que dá acesso a um mau Espírito. A uma causa física, opõe-se uma força física; a uma causa moral, é necessário opor uma força moral. Para preservar das doenças, fortifica-se o corpo; para garantir contra a obsessão, é necessário fortificar a alma. Disso resulta que o obsedado precisa trabalhar pela sua própria melhoria, o que na maioria das vezes é suficiente para o livrar do obsessor, sem socorrer-se de outras pessoas. Esse socorro se torna necessário quando a obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque o paciente perde, por vezes, a sua vontade própria e o seu livre arbítrio.

Vou realçar essa colocação do Mestre Kardec.
A OBSESSÃO É SEMPRE O RESULTADO DE UMA IMPERFEIÇÃO MORAL, QUE DÁ ACESSO A UM MAU ESPÍRITO

São as nossas imperfeições morais que atraem os maus espíritos, essas imperfeições morais são basicamente os maus pensamentos, vícios, maus desejos, maus hábitos, atitudes negativas, a desonestidade, a falsidade, o ódio, a raiva, os desejos de vingança, o egoísmo etc...

O Mestre Allan Kardec explica, que são as nossas imperfeições morais que vão atrair os maus espíritos, da mesma forma, que as moscas farejam as chagas do corpo, os maus espíritos farejam as chagas morais da alma, para evitar as moscas basta limpar o corpo, para evitar os maus espíritos, basta Limpar nossa alma de suas impurezas morais, essa LIMPEZA MORAL é muito importante para podermos repelir os espíritos perturbadores e obsessores.

Vejamos uma observação do Mestre Kardec, na obra A Gênese.

Dir-se-á que se podem evitar os homens mal intencionados; porém, como subtrair-se à influência dos maus Espíritos que pululam em nosso derredor e se insinuam por toda a parte sem ser vistos?

O meio é muito simples, pois depende da vontade do próprio homem, que traz em si mesmo o preservativo necessário. Os fluidos se unem em razão da semelhança de sua natureza; os fluidos dissemelhantes se repelem; há incompatibilidade entre os bons e os maus fluidos, como entre o azeite e a água.
Que se faz então, quando o ar está viciado? Saneamo-lo, o purificamos, destruindo o foco dos miasmas, combatendo os eflúvios malsãos por correntes mais fortes de ar salubre. À invasão dos maus fluidos, pois, é preciso opor os bons fluidos; e, como cada um tem em seu próprio perispírito uma fonte fluídica permanente, trazemos o remédio em nós mesmos; trata-se de purificar esta fonte e dar-lhe tais qualidades, que sejam um verdadeiro repulsor para as más influências, em lugar de ser para elas uma força de atração. O perispírito é pois uma couraça à qual é preciso dar a melhor têmpera possível; ora, como as qualidades do perispírito estão em razão das qualidades da alma, será preciso trabalhar em sua própria melhoria, POIS SÃO AS IMPERFEIÇÕES DA ALMA QUE ATRAEM OS MAUS ESPÍRITOS.
As moscas se dirigem para onde haja focos de corrupção que as atraem; destruídos tais focos, as moscas desaparecerão. DA MESMA FORMA OS MAUS ESPÍRITOS VÃO ONDE O MAL OS ATRAI; DESTRUÍ O MAL, E ELE SE AFASTARÃO. OS ESPÍRITOS REALMENTE BONS, ENCARNADOS OU DESENCARNADOS, NADA TÊM A TEMER DA INFLUÊNCIA DOS MAUS ESPÍRITOS.
Os espíritos maus descobrem as chagas da alma, como as moscas descobrem as do corpo. Assim, pois, como limpais o corpo para evitar as bicheiras, limpai também a alma das suas impurezas, para evitar as obsessões.

Outra verdade, igualmente verificada pela experiência, e que a lógica comprova, é a completa ineficácia de exorcismos, fórmulas, palavras sacramentais, amuletos, talismãs, práticas exteriores ou quaisquer símbolos materiais

Allan Kardec

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 17/06/15 09:59

909. Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações?



“Sim, e, freqüentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade. Ah! Quão poucos dentre vós fazem esforços!”




917. Qual o meio de destruir-se o egoísmo?



“De todas as imperfeições humanas, o egoísmo é a mais difícil de desenraizar-se porque deriva da influência da matéria, influência de que o homem, ainda muito próximo de sua origem, não pôde libertar-se e para cujo entretenimento tudo concorre: suas leis, sua organização social, sua educação. O egoísmo se enfraquecerá à proporção que a vida moral for predominante sobre a vida material e, sobretudo, com a compreensão, que o Espiritismo vos faculta, do vosso estado futuro, real e não desfigurado por ficções alegóricas. Quando, bem compreendido, se houver identificado com os costumes e as crenças, o Espiritismo transformará os hábitos, os usos, as relações sociais. O egoísmo assenta na importância da personalidade. Ora, o Espiritismo, bem compreendido, repito, mostra as coisas de tão alto que o sentimento da personalidade desaparece, de certo modo, diante da imensidade. Destruindo essa importância, ou, pelo menos, reduzindo-a às suas legítimas proporções, ele necessariamente combate o egoísmo.

“O choque, que o homem experimenta, do egoísmo os outros é o que muitas vezes o faz egoísta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva. Notando que os outros pensam em si próprios e não nele, ei-lo levado a ocupar-se consigo, mais do que com os outros. Sirva de base às instituições sociais, às relações legais de povo a povo e de homem a homem o princípio da caridade e da fraternidade e cada um pensará menos na sua pessoa, assim veja que outros nela pensam. Todos experimentarão a influência moralizadora do exemplo e do contacto. Em face do atual extravasamento de egoísmo, grande virtude é verdadeiramente necessária, para que alguém renuncie à sua personalidade em proveito dos outros, que, de ordinário, absolutamente lhe não agradecem. Principalmente para os que possuem essa virtude, é que o reino dos céus se acha aberto. A esses, sobretudo, é que está reservada a felicidade dos eleitos, pois em verdade vos digo que, no dia da justiça, será posto de lado e sofrerá pelo abandono, em que se há de ver, todo aquele que em si somente houver pensado.” (785)

FÉNELON.



Allan Kardec: Louváveis esforços indubitavelmente se empregam para fazer que a Humanidade progrida. Os bons sentimentos são animados, estimulados e honrados mais do que em qualquer outra época. Entretanto, o egoísmo, verme roedor, continua a ser a chaga social. É um mal real, que se alastra por todo o mundo e do qual cada homem é mais ou menos vítima. Cumpre, pois, combatê-lo, como se combate uma enfermidade epidêmica. Para isso, deve-se proceder como procedem os médicos: ir à origem do mal.

Procurem-se em todas as partes do organismo social, da família aos povos, da choupana ao palácio, todas as causas, todas as influências que, ostensiva ou ocultamente, excitam, alimentam e desenvolvem o sentimento do egoísmo. Conhecidas as causas, o remédio se apresentará por si mesmo. Só restará então destruí-las, senão totalmente, de uma só vez, ao menos parcialmente, e o veneno pouco a pouco será eliminado. Poderá ser longa a cura, porque numerosas são as causas, mas não é impossível. Contudo, ela só se obterá se o mal for atacado em sua raiz, isto é, pela educação, não por essa educação que tende a fazer homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem. A educação, convenientemente
entendida, constitui a chave do progresso moral. Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar as inteligências, conseguir-se-á corrigi-los, do mesmo modo que se aprumam plantas novas. Essa arte, porém, exige muito tato, muita experiência e profunda observação. É grave erro pensar-se que, para exercê-la com proveito baste o conhecimento da Ciência. Quem acompanhar, assim o filho do rico, como o do pobre, desde o instante do nascimento, o observar todas as influências perniciosas que sobre eles atuam, em conseqüência da fraqueza, da incúria e da ignorância dos que os dirigem, observando igualmente com quanta freqüência falham os meios empregados para moralizá-los, não poderá espantar-se de encontrar pelo mundo tantas esquisitices. Faça-se com o moral o que se faz com a inteligência e ver-se-á que, se há naturezas refratárias, muito maior do que se julga é o número das que apenas reclamam boa cultura, para produzir bons frutos. (872)

O homem deseja ser feliz e natural é o sentimento que dá origem a esse desejo. Por isso é que trabalha incessantemente para melhorar a sua posição na Terra, que pesquisa as causas de seus males, para remediá-los. Quando compreender bem que no egoísmo reside uma dessas causas, a que gera o orgulho, a ambição, a cupidez, a inveja, o ódio, o ciúme, que a cada momento o magoam, a que perturba todas as relações sociais, provoca as dissensões, aniquila a confiança, a que o obriga a se manter constantemente na defensiva contra o seu vizinho, enfim a que do amigo faz inimigo, ele compreenderá também que esse vício é incompatível com a sua felicidade e, podemos mesmo acrescentar, com a sua própria segurança.

E quanto mais haja sofrido por efeito desse vício, mais sentirá a necessidade de combatê-lo, como se combatem a peste, os animais nocivos e todos os outros flagelos. O seu próprio interesse a isso o induzirá. (784) O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro.

De: Allan Carvalho
Para: irmãos
E-mail: allancarvalho@gmail.com
Data: 16/06/15 08:56


ONZE TÓPICOS DE CAMILO CÂNDIDO BOTELHO

1 - É o homem um composto de tríplice natureza: - humana, astral e espiritual, isto
é - matéria, fluido e essência. Esse composto poderá também ser traduzido em expressão
mais concreta e popular, assimilável ao primeiro grau de observação: - corpo carnal,
corpo fluídico ou perispírito, e alma ou Espírito, sendo que do último é que se irradiam
Vida, Inteligência, Sentimento, etc., etc. - centelha onde se verifica a essência divina e
que no homem assinala a hereditariedade celeste! Desses três corpos, o primeiro é
temporário, obedecendo apenas à necessidade das circunstâncias inalienáveis que
contornam o seu possuidor, fadado à desorganização total por sua própria natureza putrescível, oriunda do limo primitivo: - é o de carne. O segundo é imortal e tende a
progredir, desenvolver-se, aperfeiçoar-se através dos trabalhos incessantes nas lutas dos
milênios: - é o fluídico; ao passo que o Espírito, eterno como a Origem da qual provém,
luz imperecível que tende a rebrilhar sempre mais aformoseada até retratar em grau
relativo o Fulgor Supremo que lhe forneceu a Vida, para glória do seu mesmo Criador - é
a essência divina, imagem e semelhança - (que o será um dia) - do Todo-Poderoso Deus!
2 - Vivendo na Terra, esse ser inteligente, que deverá evolver pela Eternidade,
denomina-se Homem! sendo, portanto, o homem um Espírito encarcerado num corpo de
carne ou encarnado.
3 - Um Espírito volta várias vezes a tomar novo corpo carnal sobre a Terra, nasce
várias vezes a fim de tornar a conviver nas sociedades terrenas, como Homem,
exatamente como este é levado a trocar de roupa muitas vezes...
4 - O suicida é um Espírito criminoso, falido nos compromissos que tinha para com
as Leis sábias, justas e imutáveis estabelecidas pelo Criador, e que se vê obrigado a
repetir a experiência na Terra, tomando corpo novo, uma vez que destruiu aquele que a
Lei lhe confiara para instrumento de auxílio na conquista do próprio aperfeiçoamento -
depósito sagrado que ele antes deveria estimar e respeitar do que destruir, visto que lhe
não assistiam direitos de faltar aos grandes compromissos da vida planetária, tomados
antes do nascimento em presença da própria consciência e ante a Paternidade Divina,
que lhe fornecera Vida e meios para tanto.
5 - O Espírito de um suicida voltará a novo corpo terreno em condições muito
penosas de sofrimento, agravadas pelas resultantes do grande desequilíbrio que o
desesperado gesto provocou no seu corpo astral, isto é, no perispírito.
6 - A volta de um suicida a um novo corpo carnal é a lei. É lei inevitável,
irrevogável! É expiação irremediável, à qual terá de se submeter voluntariamente ou não,
porque a seu próprio benefício outro recurso não haverá senão a repetição do programa
terreno que deixou de executar.
7- Sucumbindo ao suicídio o homem rejeita e destrói ensejo sagrado; facultado por
lei, para a conquista de situações honrosas e dignificantes para a própria consciência,
pois os sofrimentos, quando heroicamente suportados, dominados pela vontade soberana
de vencer, são como esponja mágica a expungir da consciência culposa a caligem
infamante, muitas vezes, de um passado criminoso, em anteriores etapas terrenas. Mas,
se, em vez do heroísmo salvador, preferir o homem a fuga às labutas promissoras,
valendo-se de um auto-atentado que bem revelará a vasa de inferioridade que lhe
infelicita o caráter, retardará o momento almejado para a satisfação dos mais caros
desejos, visto que jamais se poderá destruir porque a fonte de sua Vida reside em seu
Espírito e este é indestrutível e eterno como o Foco Sagrado de que descendeu!
8 - Na Espiritualidade raramente o suicida permanecerá durante muito tempo.
Descerá à reencarnação prestamente, tal seja o acervo das danosas conseqüências
acarretadas; ou adiará o cumprimento daquela inalienável necessidade caso as
circunstâncias atenuantes forneçam capacidade para o ingresso em cursos de
aprendizado edificante, que facilitarão as pelejas futuras a prol de sua mesma
reabilitação.
9 - O suicida é como que um clandestino da Espiritualidade. As leis que regulam a
harmonia do mundo invisível são contrariadas com sua presença em seus páramos antes da época determinada e legal; e tolerados são e amparados e convenientemente
encaminhados porque a excelência das mesmas, derramada do seio amoroso do Pai
Altíssimo, estabeleceu que a todos os pecadores sejam incessantemente renovadas as
oportunidades de corrigenda e reabilitação!
10 - Renascendo em novo corpo carnal, remontará o suicida à programação de
trabalhos e prélios diversos aos quais imaginou erradamente poder escapar pelos atalhos
do suicídio; experimentará novamente tarefas, provações semelhantes ou absolutamente
idênticas às que pretendera arredar; passará inevitavelmente pela tentação do mesmo
suicídio, porque ele mesmo se colocou nessa difícil circunstância carreando para a
reencarnação expiatória as amargas seqüências do passado delituoso! A tal tentação,
porém, poderá resistir, visto que na Espiritualidade foi devidamente esclarecido,
preparado para essa resistência. Se contudo vier a falir por uma segunda vez - o que será
improvável -, multiplicar-se-á sua responsabilidade, multiplicando-se, por isso mesmo,
desastrosamente, as séries de sofrimentos e pelejas reabilitadoras, visto que é imortal!
11 - O estado indefinível, de angústia inconsolável, de inquietação aflitiva e
tristeza e insatisfações permanentes; as situações anormais que se decalcam e sucedem
na alma, na mente e na vida de um suicida reencarnado, indescritíveis à compreensão
humana e só assimiláveis por ele mesmo, somente lhe permitirão o retorno à normalidade
ao findar das causas que as provocaram, após existências expiatórias, testemunhos
severos onde seus valores morais serão duramente comprovados, acompanhando-se de
lágrimas ininterruptas, realizações nobilitantes, renúncias dolorosas de que se não poderá
isentar... podendo tão dificultoso labor dele exigir a perseverança de um século de lutas,
de dois séculos... talvez mais... tais sejam o grau dos próprios deméritos e as disposições
para as refregas justas e inalienáveis!

Camilo Cândido Botelho (espírito), obra recebida pela mediunidade de Yvonne A. Pereira.
Livro: Memórias de um Suicida

De: Manoel Monteiro
Para: todos
E-mail: mmonteiro@gmail.com
Data: 16/06/15 07:49

Fora da caridade não há salvação. Allan Kardec

A caridade moral (o comportamento nobre, a fraternidade, o sorriso, a palavra de consolo, a palavra de esclarecimento, o abraço, a mansuetude, a afabilidade) é infinitamente superior à caridade material. Allan Kardec

De: Paulo de Tarso Lima
Para: Todos
E-mail: ptlima@hotmail.com
Data: 15/06/15 18:37

TEMPO MENTAL

Na azáfama da vida moderna o aturdimento domina as criaturas humanas que procuram atender aos muitos compromissos, reais e imaginários, não lhes permitindo espaço mental para as reflexões saudáveis nem para as meditações de urgência indispensáveis a uma existência equilibrada.
A parafernália eletrônica facilitando a comunicação, especialmente na área da futilidade, com as exceções compreensíveis, inquieta os seus serventuários que se lhes transformam em escravos, telefonando para diálogos irrelevantes, enviando SMS/s, curiosamente olhando o FACEBOOK, TWITTER, WHATSAPP e outros mecanismos de mexericos e novidades, entregando-se aos jogos de violência ou consultando os sites que lhes atendem aos específicos tormentos, em nome do falso progresso tecnológico.

Certamente, vivia-se bem sem muitos dos apetrechos modernos, alguns de extravagante significado, mais apresentados como status sociais e econômicos, em razão das suas grifes de luxo e de ilusão, do que pelo valor da utilidade, responsáveis pela estimulação da ansiedade, dos jogos de interesse pessoal, das vaidades e das competições doentias.
A falsa necessidade de se acompanhar ao vivo tudo o que se passa no Planeta, especialmente na área das tragédias e das intrigas entre celebridades, suas doenças, suas paixões, suas ascensões e quedas impulsiona os tipos comuns a viverem atrelados, a todo o momento, aos instrumentos que lhes sacia a sede de frivolidade como forma disfarçada de fuga psicológica da realidade, escondendo os conflitos perversos que os afligem.
O ser humano autodesconhece-se enquanto permanece atento aos acontecimentos exteriores que envolvem outras pessoas, cujas imagens são mecanismos de transferência das próprias aflições e insegurança, tornando-as como ídolos ou modelos, invejados uns, enquanto detestados outros, por parecerem inalcançáveis...
O desfile dos deuses da alta comunicação midiática é contínuo, alguns sendo substituídos por outros mais audaciosos ou mais bem-remunerados que, incapazes de gerenciar os valores e a existência, atiram-se ao desbordamento das paixões servis, porque vivem saturados de bajuladores e de prazeres incessantes que lhes anulam a capacidade emocional de se sentir bem.
Com rapidez vivenciam o triunfo e logo após desaparecem em silêncio sepulcral, sendo trazidos de volta aos holofotes da fama somente quando transformados em fantasmas inditosos, chamando a atenção por escândalos ou acontecimentos desditosos que os multiplicadores de opinião vendem com entusiasmo e comentários chulos, quando não escabrosos...
E certo que proliferam admiráveis expressões de elevação moral e de dignificação humana, nesse contexto, como não poderia ser diferente, no entanto, é a grande massa, aquela que é dirigida habilmente pelo mercado consumidor, que se deixa arrastar pelo fascínio da modernidade com graves prejuízos para a saúde física, emocional e mental.

Os diálogos pessoais, no momento, cedem lugar às comunicações eletrônicas, o prazer da convivência entre os amigos é transferido para as mensagens ligeiras, ortograficamente incorretas e atentatórias à boa linguagem. Diz-se que são os novos tempos e, sem dúvida, trata-se de um novo período no processo sociológico e psicológico da Humanidade, lamentavelmente com resultados bastantes afugentes para os seus áulicos.

A falta de comunhão fraternal, de conversação edificante, de estudos sociais abrangentes com objetivos libertadores caracteriza o crepúsculo desta civilização, em um claro-escuro de sentimentos, enquanto surge nova madrugada anunciando outros valores que estão esquecidos, mas que são de sabor e significado permanente.

Nesta panorâmica, em consequência, não se dispõe de tempo físico e muito menos de natureza mental para as aquisições duradouras, aquelas que elevam os seres humanos às esferas sublimes do pensamento e da realização espiritual.
Mesmo quando surge algum espaço físico, havendo oportunidade de tempo cronológico, não existe o de natureza psíquica, porque a mente se encontra abarrotada de idéias e propostas, compromissos e complexidades futuristas, inquietando as pessoas que não desejam ficar ultrapassadas no contexto do grupo social insaciável em que se encontram situadas.
É necessário, dizem, estar bem informadas, desde os lugares onde a drogadição e os demais vícios são permitidos, aos redutos de luxo ou de miséria para o prazer exaustivo, assim como para tomar conhecimento de todas as ocorrências nas diversas tribos, gangues, clubes elegantes e de alto preço, apesar dos sucessos que ocorrem nos seus interiores e, de quando em quando, se tornam motivos de escândalos na mídia...
O ser humano é constituído de equipamentos eletrônicos muito delicados, cujo manejo exige habilidade e experiência, a fim de não gerar desarmonia no seu funcionamento.
A mente, que se exterioriza através da câmera cerebral, tem necessidade de harmonia, a fim de processar todos os acontecimentos que lhe dizem respeito ou aqueles que têm lugar à sua volta, de maneira a bem administrar a máquina orgânica.
Em razão disso, o pensamento saudável é essencial para uma existência equilibrada, sendo veículo dos recursos que proporcionam bem ou mal-estar, de acordo com a onda vibratória em que se expressa.
O atropelamento das ideias, a falta de amadurecimento psicológico, a ausência da reflexão podem ser comparadas ao fenômeno alimentar, mediante o qual o indivíduo sobrecarrega o estômago na ânsia de comer bem, gerando graves distúrbios digestivos de imediato. O mesmo ocorre nas áreas mental e comportamental.
Impossibilitada a mente de decodificar todos os fatos e informações que chegam ao arquipélago cerebral, apresentam-se a ansiedade, a impaciência, gerando descontrole nas neurocomunicações com resultados perturbadores para o discernimento, a memória, as aspirações iluminativas, a saúde integral...
O ser humano necessita de silêncio mental, de espaço físico para a autoidentificação, para o autodescobrimento.
Esse interregno entre as atividades irá propiciar-lhe melhor discernimento em torno dos objetivos existenciais, facultando-lhe experienciar os prazeres não desgastantes dos sentidos físicos, mas a fruição da alegria íntima de viver e de poder pensar com liberdade e altruísmo.
Quando se age sem pensar, inevitavelmente se é convidado a retroceder nas ações intempestivas, refazendo o caminho conquistado.
O silêncio íntimo, que permite ouvir-se a voz da consciência, é de alta relevância para uma existência feliz, porque permite saber-se o que realmente se deseja produzir e como fazê-lo de maneira excelente.
A azáfama desequilibra, o excesso de ruídos, a multiplicidade de interesses desarmoniza, e o ser humano perde o endereço, o rumo da sua felicidade.
Preserva algum tempo mental para as tuas reflexões, não te deixando seduzir pelas vozes alteradas dos desconsertos emocionais tidos como festivos e promotores da alegria.
Resguarda-te na meditação diária, mesmo que seja por um espaço de tempo reduzido, mas de grande significado para o teu autocontrole, para as tuas decisões e realizações.
Não sobrecarregues as tuas paisagens mentais com as imagens violentas dos desejos infrenes e inferiores, com as imposições sociais e seus fetiches mentirosos, permitindo-te ser livre para pensar e para agir dentro dos padrões felicitadores da boa ética-moral que encontras nos ensinamentos de Jesus, que te aguarda após as refregas humanas...

Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Liberta-te do Mal

De: João
Para: todos
E-mail: joaosilvacunha@gmail.com
Data: 13/06/15 12:15


Para as criaturas terrenas ali presentes tratava-se apenas do ir­mão presidente a ler e comentar o assunto escolhido, em hora de inspiração radiosa, em que jorros de intui­ções vivíssimas, cintilantes, cascateavam do Alto revi­vendo a extensa relação das exemplificações do Modelo Divino e expressões de Sua moral impoluta. Para os Es­píritos que se aglomeravam no recinto, porém, invisíveis à quase totalidade dos circunstantes humanos, e, parti­cularmente, para os desditosos que para ali foram encaminhados a fim de se esclarecerem, havia muito, muito mais que isso! Para estes, são figuras, vultos, seqüências que se agitam a cada frase do orador! Ë uma aula —estranha, singular terapêutica! — que nos ministravam qual medicamentação celeste a fim de balsamizar nossas desgraças! A palavra, vibração do pensamento criador, repercutindo em ondas sonoras, onde se retratavam as imagens mentais daquele que a proferia, e espalhando-se
pelo recinto saturado de substâncias fluido-magnéticas apropriadas e fluidos animalizados dos médiuns e assis­tentes encarnados, é rapidamente acionada e concreti­zada, tornando-se visível graças a efeitos naturais que as forças mentais conjugadas dos Tutelares reunidos no Templo, com as dos demais cooperadores em ação, pro­duziam. Intensificam-se as atividades dos técnicos da Vigilância, comissionados para o delicado labor da cap­tação das ondas onde as imagens mentais se retrataram, da coordenação e estabilidade de seqüências, etc., etc. A palavra assim trabalhada no maravilhoso laboratório mental, assim modelada e retida por eminentes especia­listas devotados ao bem do próximo — corporificou-.e, tornou-se realidade, criada que foi a cena viva do que foi lido e exposto!


O presidente — que não enxer­gava com olhos materiais esses quadros majestosos que se elevavam da sua leitura e do comentário feito, mas sentia as vibrações harmoniosas e enternecidas que os produziam lhe comoverem a sensibilidade — ia repetindo e comentando as encantadoras, inesquecíveis asserções que tantas lágrimas hão enxugado através dos séculos, tantos corações sequiosos têm desalterado, tantas e tão angustiosas incertezas hão transformado na serenidade de uma convicção sólida e inquebrantável:

“— Vinde a mim, vós que sofreis e vos achais sobre­carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo, que sou brando e humilde de coração, e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo.”

“— Bem-aventurados os que choram e sofrem, porque serão consolados. Bem-aventurados os famintos e os se­quiosos de justiça, pois que serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor à justiça, pois que é deles o reino dos céus.”

“— Bem-aventurados vós, que sois pobres, porque vosso é o reino dos céus. Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis saciados. Ditosos sois, vós que agora chorais, porque rireis.”

“— Deus não quer a morte do pecador, mas que ele viva e se arrependa.”

“— O Filho de Deus veio buscar e salvar o que se havia perdido.”

“— Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá.”

‘— Se queres entrar no reino de Deus, vem, toma a tua cruz e segue-me...” (7)

“— Eu sou o Grande Médico das almas e venho tra­zer-vos o remédio que vos há de curar. Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos prediletos. Venho salvá-los! Vinde pois a mim, vós que sofreis e vos achais oprimidos, e sereis aliviados e consolados.”

“— Venho Instruir e consolar os pobres deserdados. Venho dizer-lhes que elevem a sua resignação ao nível de suas provas, que chorem, porqüanto a dor foi sagrada no Jardim das Oliveiras; mas que esperem, pois que também a eles os anjos consoladores lhes virão enxugar as lá­grimas.”

“- Vossas almas não estão esquecidas; eu, divino jardineiro, as cultivo no silêncio dos vossos pensa­mentos.”

“— Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lha pedem. Seu poder cobre a Terra e, por toda a parte, junto de cada lágrima colocou Ele um bálsamo que consola.”


“— Nada fica perdido no reino do nosso Pai e os vossos suores e misérias formam o tesouro que vos tor­nará ricos nas esferas superiores, onde a luz substitui as trevas e onde o mais desnudo dentre todos vós será talvez o mais resplandecente!” (Comunicação do Espírito da Verdade em O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec).


E era um desfilar empolgante de cenas, das quais

o Consolador Amável destacava-se irradiando convites irresistíveis a nós outros, réprobos sofredores e deses­perançados, enquanto o orador rememorava as divinas ações por Ele praticadas!...

Silêncio religioso presidia as arquibancadaz. Frêmito de emoções desconhecidas acendia, nas profundezas sen­síveis dos nossos Espíritos atribulados e tristes, uma alvorada de confiança, prelúdio prometedor da Fé que nos deveria impulsionar para os labores da salvação. Sus­pensos pelos interesses do ensinamento poderosamente se­dutor, fitávamos embevecidos aqueles quadros sugestivos, criados momentaneamente para nossa elucidação, e nos quais destacávamos o Nazareno socorrendo os desgra­çados, enquanto a palavra afetuosa do orador, envolta nas ondas fluídicas, ainda mais doces, do pensamento caridoso dos seres angélicos que nos assistiam, instruía ternamente, com entonações que repercutiam até ao âma­go dos nossos Espíritos sequiosos de consolo, como im­primindo em seus refolhos, para sempre, a imagem in­comparável do Médico Celeste que nos deveria curar! Então sentimos que, pela primeira vez, desde muitos anos, a Esperança descia seus mantos de luz sobre nossas almas enoitadas pelas trevas do desânimo e da ímpia descrença!



Camilo Cândido Botelho (espírito), obra recebida pela mediunidade de Yvonne A. Pereira.
Livro: Memórias de um Suicida

De: Nely
Para: Todos
E-mail: neli.maria@ig.com.br
Data: 13/06/15 10:04

\"Quando alguém ama, plenifica-se de AMOR, não porque o receba de volta, mas pelo simples ato de o doar.\"
(Joanna de Ângelis /Divaldo Franco - livro – Garimpo de amo.

De: Wilson
Para: Meus amigos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 12/06/15 17:52

Para Andreia, Binho, Neyl para todos.

Busquemos o Cristo Orar e Vigiar

Tudo é afinidade, atração e sintonia no mundo espiritual, pelo pensamento atraímos bons ou maus espíritos.
Tudo reside em nossos Pensamentos.
Como disse Jesus, o ser conforme pensar assim será.
Nós somos o que pensamos e atraímos o bem e o mal pelos pensamentos.
Uma pessoa de pensamentos elevados, positivos e nobres e de conduta moral reta no Bem, na caridade e nas virtudes, fica imune as influencias nocivas dos espíritos obsessores.
Os pensamentos elevados, puros e firmes no Bem repele facilmente os maus espíritos.
O Bem é mais forte que o mal.

Como afastar os maus espíritos.

Para afastar os maus espíritos temos que cultivar pensamentos elevados e positivos e ter uma Conduta Moral reta no Bem e nas Virtudes.
Na realidade a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa conforme seus pensamentos e conduta moral, os espíritos inferiores, perturbadores e obsessores do plano astral, não conseguem entrar em sintonia com as pessoas dignas, corretas, honestas e caridosas.
O Bem repele o mal.
A Luz repele as sombras.
Não havendo sintonia os maus espíritos se afastam.
Tudo é sintonia vibratória no mundo espiritual, os iguais se atraem e os diferentes se repelem.
Uma pessoa com pensamentos elevados e firmes no Bem e de conduta moral reta, repele naturalmente e facilmente os espíritos inferiores e obsessores.
Os espíritos inferiores, perturbadores, maldosos, vingativos e obsessores, possuem um perispirito denso, turvo, grosseiro, eles estão envolvidos em fluidos impuros, na crosta terrena tem milhões de espíritos desencarnados em estado de apego as coisas matérias e aos vícios e desejos terrenos, eles exercem uma forte influencia negativa sobre as pessoas que são invigilantes com seus pensamentos e conduta moral.
Temos que tomar muito cuidado com nossos pensamentos, por que, esses espíritos inferiores que estão na crosta terrena procuram nos influenciar é pelos pensamentos, pela sintonia vibratória.
Como esses espíritos desencarnados não possuem mais seus corpos físicos para saciarem seus vícios e desejos, eles vão procurar os encarnados que possuem os mesmos vícios e desejos.
É o encosto, esses espíritos inferiores vão encostar o seu perispirito no perispirito do encarnado e vão sentir as mesmas coisas que essa pessoa sente, se a pessoa bebe e fuma, os desencarnados viciados vão sugar os fluidos da nicotina e do álcool, é o vampirismo psíquico.
Os desencarnados viciados em Sexo, vão encostar o seu perispirito no perispirito do encarnado que esta praticando sexo sem elevação moral, e o desencarnado vai sentir os mesmos prazeres de uma transa.
É por isso que devemos ter uma vida terrena digna, correta, honesta, com elevação moral, para podermos repelir esses espíritos inferiores do plano astral.
O Bem repele o mal.


Wilson Moreno.


De: Nely
Para: Todos
E-mail: neli.maria@ig.com.br
Data: 12/06/15 13:45

\"Perseguições e Aflições nós são uteis, porque nos leva a pensar em nossas próprias misérias, a fim de estarmos vigilantes nas responsabilidades com Jesus.
Paulo e Estêvão
Espirito Emmanuel
Francisco Cândido Xavier.

De: Victor Hugo
Para: Todos
E-mail: vhgdebem@gmail.com
Data: 12/06/15 08:45

O CÉU E O INFERNO, DE ALLAN KARDEC

CAPÍTULO VII



Há tendências viciosas que são evidentemente próprias do Espírito, porque se apegam mais ao moral do que ao físico; outras, parecem antes dependentes do organismo, e, por esse motivo, menos responsáveis são julgados os que as possuem: consideram-se como tais as disposições à cólera, à preguiça, à sensualidade, etc.

Hoje, está plenamente reconhecido pelos filósofos espiritualistas que os órgãos cerebrais correspondentes a diversas aptidões devem o seu desenvolvimento à atividade do Espírito. Assim, esse desenvolvimento é um efeito e não uma causa. Um homem não é músico porque tenha a bossa da música, mas possui essa tendência porque o seu Espírito é musical. Se a atividade do Espírito reage sobre o cérebro, deve também reagir sobre as outras partes do organismo.

O Espírito é, deste modo, o artista do próprio corpo, por ele talhado, por assim dizer, à feição das suas necessidades e à manifestação das suas tendências.

Desta forma a perfeição corporal das raças adiantadas deixa de ser produto de criações distintas para ser o resultado do trabalho espiritual, que aperfeiçoa o invólucro material à medida que as faculdades aumentam.

Por uma conseqüência natural deste principio, as disposições morais do Espírito devem modificar as qualidades do sangue, dar-lhe maior ou menor atividade, provocar uma secreção mais ou menos abundante de bílis ou de quaisquer outros fluidos. É assim, por exemplo, que ao glutão enche-se-lhe a boca de saliva diante dum prato apetitoso.

Certo é que a iguaria não pode excitar o órgão do paladar, uma vez que com ele não tem contacto; é, pois, o Espírito, cuja sensibilidade é despertada, que atua sobre aquele órgão pelo pensamento, enquanto que outra pessoa permanecerá indiferente à vista do mesmo acepipe. É ainda por este motivo que a pessoa sensível facilmente verte lágrimas. Não é, porém, a abundância destas que dá sensibilidade ao Espírito, mas precisamente a sensibilidade deste que provoca a secreção abundante das lágrimas. Sob o império da sensibilidade, o organismo condiciona-se à disposição normal do Espírito, do mesmo modo por que se condiciona à disposição do Espírito glutão.


Seguindo esta ordem de idéias, compreende-se que um Espírito irascível deve encaminhar-se para estimular um temperamento bilioso, do que resulta não ser um homem colérico por bilioso, mas bilioso por colérico. O mesmo se dá em relação a todas as outras disposições instintivas: um Espírito indolente e fraco deixará o organismo em estado de atonia relativo ao seu caráter, ao passo que, ativo e enérgico, dará ao sangue como aos nervos qualidades perfeitamente opostas. A ação do Espírito sobre o físico é tão evidente que não raro vemos graves desordens orgânicas sobrevirem a violentas comoções morais.
A carne só é fraca porque o Espírito é fraco, o que inverte a questão deixando àquele a responsabilidade de todos os seus atos. A carne, destituída de pensamento e vontade, não pode prevalecer jamais sobre o Espírito, que é o ser pensante e de vontade própria.
O Espírito é quem dá à carne as qualidades correspondentes ao seu instinto, tal como o artista que imprime à obra material o cunho do seu gênio. Libertado dos instintos da bestialidade, elabora um corpo que não é mais um tirano de sua aspiração, para espiritualidade do seu ser, e é quando o homem passa a comer para viver e não mais vive para comer.

De: Allan
Para: todos
E-mail: allancarvalho@gmail.com
Data: 12/06/15 08:21

Amélia Rodrigues (espírito), psicografia de Divaldo Franco.

Livro: Vivendo com Jesus



A Sua voz despertara-lhes a dignidade ultrajada, que fora esmagada pelos poderosos do mundo de tal forma que desaparecera completamente, anulando-lhes o sentido existencial, a sua realidade humana. Haviam-nO ouvido na montanha fronteiriça ao mar da Galileia, e o Seu verbo penetrara-lhes os refolhos do ser, como jamais alguma coisa houvesse logrado um resultado semelhante. A Sua mensagem impregnara-os de doçura, e o Seu porte altivo e nobre deslumbrara-os, porquanto permitia que todos com Ele se identificassem, pois, o que Ele falava ultrapassava tudo quanto antes pensavam, e nunca mais seriam os mesmos.

Nas tardes formosas em Cafarnaum, quando a Natureza suspirava o hálito gentil do crepúsculo, na barca de Simão ou na praça do mercado, Ele aparecia e enunciava ditos que nunca foram pronunciados anteriormente. A Sua voz era calma e doce, porém penetrante como um bálsamo delicado, não permitindo que pessoa alguma permanecesse indiferente. As lições, sempre profundas, iam ao encontro direto da Realidade Imortal, sendo que as recomendações psicoterapêuticas de Jesus tinham procedência, porque todas as aflições procedem do ser interior, dos seus atos, devendo-se recompor as paisagens morais a fim de que os males não voltem a povoar o mundo íntimo, dando lugar a danos maiores do que os anteriores.

 
 
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